Eduardo Bolsonaro explica suposta ida do irmão ao Senado do MS em meio a polêmica em SC

Deputado federal desmentiu informação de que Carlos Bolsonaro (PL) irá disputar o Senado por Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026

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Carlos Bolsonaro (PL-RJ) falou nas redes sociais sobre o estado de saúde do pai (Foto: Renan Olaz, CMRJ, Divulgação)

Carlos Bolsonaro (PL-RJ) confirmou a pré-candidatura ao Senado por Santa Catarina (Foto: Renan Olaz, CMRJ, Divulgação)

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou as redes sociais nesta quarta-feira (12) para desmentir a informação de que Carlos Bolsonaro (PL-RJ) iria disputar o Senado por Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026. Ele afirmou que o irmão vai ser candidato por Santa Catariana, como foi anunciado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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“Recebi esta ‘notícia’ e fico feliz por ver o nome do meu irmão ser lembrado. Fico ainda mais feliz por um outro estado querer acolhê-lo. Mas essa informação não é verdadeira. @CarlosBolsonaro vai ser candidato por Santa Catarina, como o meu pai já tinha anunciado há meses”, publicou o deputado federal no X (antigo Twitter).

O filho 03 de Bolsonaro ainda destacou que ele e a família apoiam o deputado federal Marcos Pollon (PL) para concorrer o Senado no Mato Grosso do Sul. “Espero que você pense muito em aceitar esse desafio, Pollon. Pense na importância do Senado para os próximos anos”, complementou.

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Veja fotos de Carlos Bolsonaro em SC

Pré-candidatura de Carlos Bolsonaro gera polêmica em SC

A divisão do PL envolve as duas vagas a senador na chapa do PL em 2026. O projeto de Carlos Bolsonaro mudar o domicílio eleitoral e concorrer por SC ameaçou o espaço da deputada federal catarinense Carol de Toni (PL), que também deseja concorrer ao Senado. A chamada “nova direita catarinense”, liderada por Ana, defende que nomes do Estado tenham preferência. 

O governador Jorginho Mello (PL) já revelou um acordo com o ex-presidente Bolsonaro para que cada um indique um candidato ao Senado, e revelou preferência pelo nome do senador Esperidião Amin (PP), que pretende disputar a reeleição e poderia atrair para a aliança do governador os partidos Progressistas e União Brasil, que estão em federação e possuem ativos como filiados e tempo de TV.