Antes de viajar, veja os destinos brasileiros que cobram taxa ambiental de turistas

Cobranças ambientais ganham espaço em cidades turísticas brasileiras

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Taxas ajudam a preservar praias, ilha s e parques naturais do país (Foto: Ieda Funari/Wikimedia Commons)

Taxas ajudam a preservar praias, ilha s e parques naturais do país (Foto: Ieda Funari/Wikimedia Commons)

Famosa pelo excesso de visitantes, Veneza passou a cobrar uma taxa para quem deseja circular pelo centro histórico em datas específicas. A decisão colocou em evidência uma prática que já existe em diversos destinos brasileiros.

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Assim como ocorre na cidade italiana, municípios do Brasil adotaram cobranças para turistas como forma de proteger áreas naturais e lidar com os impactos do turismo intenso.

No Brasil, a taxa aparece em praias, ilhas e parques naturais. Os valores mudam conforme o destino, mas o discurso se repete: preservar o meio ambiente e manter a experiência turística sustentável.

Quando viajar também tem custo ambiental

A medida adotada por Veneza reforçou um debate global sobre os limites do turismo em cidades muito visitadas. No Brasil, esse cenário já é conhecido por quem frequenta destinos naturais concorridos.

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As cobranças variam entre taxas por pessoa, por veículo ou por tempo de permanência. Em comum, está a tentativa de controlar o fluxo de visitantes e reduzir impactos ambientais.

Em geral, moradores são isentos ou pagam menos. A responsabilidade recai sobre o turista, que passa a contribuir diretamente para a conservação do lugar que escolheu visitar.

1- Chapada dos Veadeiros, em Goiás

Quem visita Alto Paraíso de Goiás precisa pagar uma taxa ambiental para circular pela cidade e acessar a região da Chapada dos Veadeiros.

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O município está inserido em uma área de grande relevância ecológica, que abriga o Parque Nacional reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade.

Os valores variam conforme o perfil do visitante. Moradores e estudantes pagam menos, enquanto turistas em geral arcam com a taxa integral.

2- Morro de São Paulo, na Bahia

Em Morro de São Paulo, no litoral baiano, a tarifa ambiental é cobrada há alguns anos e vale por um período prolongado.

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O pagamento pode ser feito no desembarque ou de forma digital, o que facilita o acesso de quem chega à ilha.

Crianças pequenas e idosos estão entre os grupos isentos, mantendo o foco da cobrança nos visitantes em idade ativa.

3- Fernando de Noronha, em Pernambuco

Fernando de Noronha adota uma das taxas ambientais mais elevadas do país, cobrada por pessoa e por dia.

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O pagamento é exigido antes ou no momento da chegada, o que garante maior controle sobre o número de visitantes.

O valor aumenta conforme o tempo de estadia, estratégia usada para evitar longas permanências na ilha.

4- Jericoacoara, no Ceará

Para acessar Jericoacoara, no Ceará, o visitante precisa pagar uma taxa válida por até dez dias.

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Quem decide prolongar a viagem deve arcar com uma cobrança diária adicional.

O pagamento antecipado ajuda a organizar o fluxo turístico em um dos destinos mais procurados do Nordeste.

5- Abrólhos, na Bahia

O acesso ao arquipélago de Abrolhos inclui uma taxa ambiental vinculada aos passeios turísticos. O valor muda de acordo com a origem do visitante, com preços diferentes para brasileiros e estrangeiros.

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A medida busca garantir recursos para preservar a fauna marinha e os recifes da região.

6- Santo Amaro, no Maranhão

Santo Amaro, porta de entrada dos Lençóis Maranhenses, cobra uma taxa válida por alguns dias. O pagamento é feito na chegada ao município, de forma individual.

A arrecadação é direcionada a ações ligadas ao turismo sustentável na região.

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7- Pipa, no Rio Grande do Norte

O acesso ao Chapadão de Pipa, no Rio Grande do Norte, passou a incluir cobrança ambiental.

A taxa é exigida de quem utiliza veículos para chegar ao local. A ideia é reduzir impactos em uma das áreas mais visitadas da praia.

8- Ubatuba, em São Paulo

Ubatuba cobra uma taxa ambiental conforme o tipo de veículo que entra na cidade. Os valores variam de motos a ônibus, especialmente em períodos de maior fluxo.

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A medida busca minimizar os efeitos do turismo sobre praias e áreas naturais.

9- Bombinhas, em Santa Catarina

Em Bombinhas, a taxa ambiental é aplicada apenas durante a alta temporada. Os valores variam conforme o veículo utilizado pelo visitante.

Segundo a prefeitura, a cobrança ajuda a manter a cidade durante os meses mais movimentados.

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