Pittol de Brusque tem data para reabrir após incêndio deixar prejuízo milionário

Novo espaço na Avenida Cônsul Carlos Renaux terá cerca de 1,5 mil metros quadrados de área de vendas

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(Foto: Pittol, Divulgação)

Após um ano e quatro meses do incêndio que destruiu a loja da Pittol em Brusque, deixando um prejuízo de R$ 8 milhões, a empresa já tem data para reabrir as portas na cidade. O novo espaço terá cerca de 1,5 mil metros quadrados de área de vendas, com aproximadamente 70 mil pares de calçados disponíveis.

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Com um investimento de R$ 5,5 milhões, a loja terá um modelo diferente do anterior. Isso porque não haverá mais vendas de roupas. O espaço será dedicado exclusivamente ao comércio de calçados. A rede diz que haverá linhas esportivas, casuais e sociais para os públicos masculino, feminino e infantil.

— Será uma loja diferente da que tínhamos, com um formato mais moderno e mais bonito. Conseguimos reconstruir o espaço e hoje posso dizer que teremos uma loja ainda melhor do que a anterior — diz Marco Antonio Pittol, proprietário da rede.

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O projeto incorpora melhorias no layout, iluminação e tecnologias voltadas à experiência de compra, além de novos sistemas de caixas e crediário. De acordo com o empresário, Brusque terá a loja mais moderna e tecnológica da rede, com o olhar muito voltado também para a sustentabilidade.

A equipe deve ser composta por 25 a 30 colaboradores, incluindo profissionais que já atuavam na empresa antes do incêndio. As contratações para completar o quadro de funcionários iniciam nos próximos dias, já que a abertura da loja na Avenida Cônsul Carlos Renaux está marcada para 31 de março.

A Pittol tem 27 lojas em operação, e a reabertura da unidade de Brusque marcará a 28ª loja da rede.

O incêndio na Pittol de Brusque

O incêndio na loja começou na madrugada de 30 de novembro de 2024 e se estendeu por várias horas. Equipes dos bombeiros de Guabiruba, Botuverá, Itajaí, Blumenau e Balneário Camboriú também ajudaram na ocorrência em Brusque. Foram pelo menos 80 mil litros de água para controlar o incêndio.

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O prejuízo com estoque queimado, além de estrutura como elevadores e aparelhos de ar-condicionado, foi de R$ 8 milhões, segundo a empresa. Isso sem contar o prédio em si, que ficou completamente comprometido por causa do fogo.