Vítima de feminicídio foi arrastada pelo suspeito antes de crime brutal em Chapecó

Claudete Ramos vivia rotina de agressões e ameaças registradas por vizinhos semanas antes do feminicídio; suspeito ainda não foi localizado

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Detalhes brutais de crime em Chapecó mostram que mulher foi arrastada antes das 11 facadas, diz polícia

Vítima foi atingida por 11 golpes de faca (Foto: Divulgação, Redes Sociais)

O feminicídio de Claudete Ramos, de 46 anos, morta com 11 golpes de faca e sinais de luta, em Chapecó, teve o autor identificado pela Polícia Civil. O suspeito, companheiro da vítima, ainda não foi localizado.

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O crime ocorreu na noite de 5 de abril de 2026, domingo de Páscoa, no bairro Passo dos Fortes. Claudete foi encontrada caída no chão da sala, com diversas lesões graves pelo corpo. No local, os policiais identificaram indícios de intensa luta corporal. Vizinhos teriam visto Claudete ser arrastada para a casa pelo suspeito antes do crime.

O laudo pericial confirmou que a causa da morte foram ferimentos torácicos e cranioencefálicos provocados por arma branca. Ao todo, foram identificados 11 golpes, sendo pelo menos dois fatais, que atingiram o coração e o pulmão, causando hemorragia interna.

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Histórico de agressões e testemunhas

A investigação, conduzida pela Delegacia de Homicídios de Chapecó, teve início ainda na noite do crime. Familiares e vizinhos foram ouvidos e relataram um histórico de brigas, ameaças e agressões envolvendo o casal.

Uma testemunha afirmou ter visto o momento em que o suspeito arrastou a vítima para dentro da residência pouco antes do desfecho brutal. Também foram mencionados registros em vídeo de discussões anteriores, feitos por vizinhos semanas antes do crime.

Segundo os relatos, apesar do histórico de violência, a vítima permanecia convivendo com o suspeito.

Suspeito foragido e com histórico criminal

Após o crime, o autor fugiu do local, mas foi rapidamente identificado pela Polícia Civil. A Justiça expediu um mandado de prisão preventiva, e desde então as forças de segurança realizam buscas para localizá-lo. De acordo com a polícia, o suspeito é considerado perigoso e possui antecedentes por homicídio, tráfico de drogas, lesão corporal e ameaças.

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Caso é tratado como feminicídio

O caso é investigado como feminicídio, por ter ocorrido em contexto de violência doméstica. O inquérito policial está em fase final, com previsão de conclusão nos próximos dias. Mesmo após o encerramento da investigação, as buscas pelo suspeito devem continuar.

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