Zema entra no debate sobre juros e coloca política fiscal no centro da corrida eleitoral

Pré-candidato à Presidência vincula patamar de 14,50% da taxa Selic ao endividamento do governo federal; indicadores oficiais mostram que dívida bruta já atinge 80,1% do PIB em 2026.

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Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais (Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil)

A corrida presidencial de 2026, ganhou debates acerca das metas fiscais e do custo do dinheiro no Brasil. O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), utilizou seus canais oficiais na plataforma X nesta quarta-feira (10) para desferir duras críticas à condução econômica do Palácio do Planalto.

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O presidenciável atrelou a manutenção dos juros altos a uma suposta irresponsabilidade orçamentária da equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sustentando que a falta de austeridade em Brasília encarece o crediário de itens básicos e compromete a renda das classes populares.

Zema defendeu que o saneamento das contas, nos moldes do que afirma ter realizado em sua experiência em solo mineiro, é o único mecanismo viável para proteger o cidadão.

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