O caso da morte do professor e baterista José Cleomar Batista Franco, de 51 anos, ganhou um novo capítulo nesta semana. Um homem foi preso suspeito de participar do homicídio da vítima. O corpo de Mema, como ele também era conhecido, foi encontrado no dia 29 de julho em São Bento do Sul, no Planalto Norte catarinense.
O corpo de Mema foi encontrado com lesões na região do rosto. Próximo ao corpo, as equipes encontraram sangue e fragmentos de vidro. Segundo a Polícia Científica, o local onde o corpo foi encontrado era um prédio desocupado.
A partir das investigações, nesta semana, foi cumprido um mandado de prisão temporária, com validade inicial de 30 dias, contra um dos suspeitos.
De acordo com as apurações feitas pela equipe da Polícia Civil, o investigado estava na companhia de outros homens no momento do crime.
Ainda segundo o delegado Gio Ribas, responsável pelo caso, a prisão temporária do suspeito poderá ser convertida em preventiva a depender do avanço das investigações.
Amigos se despediram do baterista nas redes sociais
Mema era professor de bateria e um apaixonado por rock. Nas mensagens de despedidas deixadas por pessoas que o conheciam, ele foi lembrado como um “excelente músico”, que ajudou a fomentar a cultura rock and roll de Rio Negrinho na década de 1990.
Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a morte do homem. “Meu professor de bateria na Fundação de Cultura por dois anos, 1997 e 1998. Também amigo de longa data. Sempre indicando Mema para clientes para pintura de casas. Descanse em paz, Mema”, escreveu um ex-aluno. “Meu grande amigo, Mema… dividimos o palco no grupo Limite Zero por anos. Excelente músico. Nunca podemos julgar ninguém. Vai em paz, meu amigo”, publicou outra pessoa.




