Família quer viajar de SP para Florianópolis para buscar por bancário desaparecido após 11 dias sem notícias

Vinícius Valente da Silva foi visto pela última vez saindo de um hostel no bairro Lagoa da Conceição após dizer que visitaria um amigos na cidade

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Bancário teria levado apenas um mochila ao sair do hostel (Foto: Reprodução)

Bancário teria levado apenas um mochila ao sair do hostel (Foto: Reprodução)

Um primo do bancário paulista Vinícius Valente da Silva, de 30 anos, quer viajar de São Paulo para Santa Catarina para buscar pelo parente por conta própria. Vinícius está desaparecido há 11 dias em Florianópolis após ter sido visto pela última vez ao deixar o hostel que estava hospedado no bairro Lagoa da Conceição.

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Ao NSC Total, uma amiga do rapaz afirmou que o Vinícius foi supostamente visto na porta de um supermercado no bairro Saco Grande entre terça (11) e quarta-feira (12). No entanto, a família não teve mais informações.

“Não tem como ficarmos aqui em São Paulo esperando que algo aconteça”, disse a amiga de Vinícius.

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Bancário saiu de SP para visitar um amigo em SC

Aos familiares, Vinícius, que é natural de Guarujá, saiu de São Paulo no dia 2 de agosto dizendo que visitaria um amigo em Florianópolis. De acordo com o boletim de ocorrência registrado sobre o desaparecimento do bancário, ele se hospedou na capital catarinense no dia 5 de agosto, deixando o hostel às 17h do dia seguinte, mesmo pagando uma nova diária. Uma mochila foi a única coisa que ele teria levado.

Conforme informações do g1, o responsável pela hospedagem afirmou em depoimento que Vinícius estava aparentemente alterado quando saiu do hostel. O bancário voltaria para São Paulo no domingo (9), mas os familiares não tiveram mais notícias dele desde o dia 6.

Também foram consultados  hospitais particulares e públicos para saber se ele deu entrada em alguma unidade de saúde, mas nenhum atendimento foi identificado. Além disso, o Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis também não registrou nenhuma entrada compatível com as características do bancário.

“Fizemos boletim de ocorrência e estamos aguardando a polícia quebrar o sigilo telefônico. Ele trabalha em um banco renomado, é muito querido por todos e muito inteligente”, disse o primo José Antônio Capozzi ao g1.

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A Polícia Civil afirmou ao NSC Total que a Delegacia de Pessoa Desaparecidas recebeu o caso na terça-feira (11) e que, neste momento, estão sendo “realizados os levantamentos e difusão integrada para Guarda Municipal e a Polícia Militar”.