Grupo é denunciado pelo MP após investigação apontar dois anos de estrutura sofisticada de facção em SC

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(Foto: MPSC, Divulgação)

Um grupo criminoso foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) após uma investigação revelar a existência de uma estrutura criminosa com base no município de Palhoça e atuação na Grande Florianópolis. Ao todo, 12 investigados foram denunciados como parte da Operação Caminho sem Volta, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). Eles teriam promovido, integrado ou financiado o grupo por dois anos, com atividades relacionadas ao tráfico de drogas.

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Sete dos denunciados seriam integrantes do núcleo da organização criminosa e teriam atuado entre 2024 e agosto de 2026, com a sustentação da estrutura da facção. Com isso, a denúncia diz respeito pelos crimes de organização criminosa e tráfico de drogas.

Os outros cinco denunciados são acusados de traficar drogas, com um dos investigados denunciado pelo posse irregular de arma de fogo, já que foram encontradas munições e armas durante a operação, deflagrada no dia 6 de agosto.

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Veja fotos da operação

Investigação focou em bairro de Palhoça

As investigações se concentraram no bairro Caminho Novo, em Palhoça, que influenciou no nome da operação. Tudo iniciou depois que foram analisadas provas apreendidas no cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra um dos investigados em janeiro. Depois disso, a operação do Gaeco foi deflagrada com mandados nos municípios de Florianópolis, Palhoça, São José, Biguaçu, Itapema, Lages e Foz do Iguaçu, no Paraná.

Ao todo, 11 investigados foram presos em flagrante por porte de drogas. Também foram apreendidos aproximadamente:

  • 19,5 quilos de maconha;
  • 641 gramas de cocaína;
  • 274 gramas de crack;
  • 101 gramas de haxixe;
  • 6,4 quilos de dry;
  • 65 gramas de skunk;
  • 129 comprimidos de ecstasy.

Também foram recolhidos uma arma de fogo calibre .22, sete munições, 12 aparelhos celulares, três balanças de precisão, um radiocomunicador e mais de R$ 5 mil em espécie.