Sol, Terra e Luna: potência, equilíbrio e velocidade nos novos modelos do GPT-5.6

Após adiamento por segurança, linha com os modelos Sol, Terra e Luna chega ao público

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Monitor de computador exibindo painel de controle e algoritmos de inteligência artificial em um escritório moderno.

Nova geração do sistema traz capacidade autônoma e gerou debates de segurança em Washington (Foto: Matheus Bertelli, Pexels, CC)

Duas semanas após a chegada do ChatGPT 5.5, a OpenAI finalmente lançou nesta quinta-feira o GPT-5.6, nova família do seu modelo de inteligência artificial mais avançado até então. O lançamento acompanha três versões do programa, Sol, Terra e Luna, com diferentes objetivos e funcionalidades.

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A nova versão chega ao público após o governo dos Estados Unidos solicitar diretamente ao fundador da empresa, Sam Altman, que atrasasse o lançamento do novo modelo, temendo que o programa potencializasse novas ameaças de segurança digital.

Modelos ultrapassam Claude Fable 5

O lançamento inclui três modelos — Sol, Terra e Luna, em ordem de potência. No anúncio oficial, a empresa afirma que todos os modelos foram aprimorados para oferecer maior performance por cada token.

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A OpenAI afirmou que, nos testes de desempenho, os três novos modelos também ultrapassam o Claude Fable 5, da rival Anthropic, tanto em economia de créditos quanto em velocidade.

— No Índice de Análise de Inteligência Artificial, uma medida geral de inteligência envolvendo trabalhos agênticos, códigos, raciocínio científico e capacidades gerais, o GPT-5.6 Sol no raciocínio máximo ultrapassa em um ponto o Fable 5, enquanto completa tarefas 61% mais rápido com apenas metade do custo estimado. — afirma a empresa.

Governo dos EUA “segurou” lançamento do GPT-5.6

De acordo com o TechCrunch, fontes do alto escalão do governo americano afirmam que o pedido visa garantir uma fase mais longa de testes públicos e auditorias externas antes da estreia do próximo sistema.

Em uma reunião, Sam Altman teria dito aos funcionários que o governo dos EUA decidiria “caso a caso” quais clientes acessariam os testes das novas versões.

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O temor é de que os chatbots sejam usados em cibercrimes, desinformação em massa e disrupção em sistemas de raciocínio lógico avançado.