Região das pontes Ilha-Continente precisa de um plano de contingência

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O atendimento ao acidente da última quinta-feira e a demora na liberação do trânsito expõem uma necessidade urgente de um plano de contingência para casos semelhantes. A região de entrada e saída da Ilha compete à diferentes esfera e órgãos. Na Via Expressa, o domínio é do governo federal. Sobre a ponte, a responsabilidade é do governo estadual. Já dentro da Ilha, quem coordena é o município. Por que os três não se reúnem e montam um planejamento de reação a acidentes e situações que interrompam o trânsito naquela região? Certamente o tempo de resposta pode ser mais rápido. A simples presença de um guincho no local daria mais celeridade. Além disso, com uma definição de quem fará cada etapa do atendimento agilizaria e evitaria filas enormes como as de ontem. Os acidentes são inevitáveis, mas a ausência de preparação para atendê-los, não.

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Aliás

Mais uma demonstração de que as pontes não são prioridade em SC: hoje faz 23 dias que o TCE sugeriu alterações na licitação da supervisão da reforma e até agora o Deinfra diz que não foi notificado oficialmente. Já o Tribunal alega ter publicado no Diário Oficial próprio na última segunda-feira. Por conta de um erro, foi republicado ontem. Enquanto isso, o processo licitatório ainda não foi relançado.