Acij divulga pesquisa sobre emprego em Joinville e discute qualificação profissional

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Joinville busca alternativas para qualificar mais trabalhadores (Foto: Carlos Junior, Especial)

Maior cidade de Santa Catarina e uma das maiores geradoras de empregos no Brasil, Joinville, a exemplo da maioria das regiões do país, enfrenta falta de trabalhadores qualificados ao mesmo tempo em que tem contingente de desempregados, desalentados e informais. Para ter uma ideia mais clara do mercado de trabalho do município e discutir alternativas para melhorar a empregabilidade, a Associação Empresarial de Joinville (Acij) fez uma pesquisa qualitativa sobre o setor que será apresentada em painel nesta segunda-feira, às 18h30min, na sede da entidade. 

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Os debatedores do evento serão o prefeito do município, Adriano Silva, o presidente da Acij, Marco Antonio Corsini, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, e o presidente do Conselho de Entidades Patronais do município (Consep), Emerson Zappone. Além de estatísticas sobre o setor, a pesquisa da Acij traz informações de entrevistas com executivos de recursos humanos das empresas, agências de recrutamento e seleção, e instituições de ensino.

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O objetivo foi apurar que perfis profissionais o mercado precisa e as qualificações que estão sendo oferecidas. Com essas informações, a diretoria da Acij acredita que será possível formar mais pessoas com a estrutura existente e buscar soluções.

Joinville encerrou 2020 com saldo positivo de 5.763 empregos formais apesar do fechamento de vagas durante os primeiros meses da pandemia. Neste ano de janeiro a junho, acumula 10.838 novas vagas. Isso significa que desde o aparecimento da Covid-19 até agora, o município somou saldo positivo de 16.601 vagas. O Estado, desde o ano passado até agora, registrou saldo de 174.667 novas vagas formais, segundo o Caged. Apesar disso, o desemprego cresceu porque mais informais perderam trabalho na pandemia.

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