Crescimento econômico melhora resultado da Celesc

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O bom crescimento da economia catarinense em 2017, especialmente do agronegócio e da indústria, aumentou em 4% o consumo de energia elétrica no Estado e ajudou a Celesc a melhorar seus resultados apesar de a falta de chuva ter elevado os custos de geração e as despesas. 

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A companhia obteve lucro ajustado de R$ 176,9 milhões no ano passado, 33,5% superior ao de 2016. A receita líquida de vendas alcançou R$ 6,650 bilhões, 16,7% superior a do ano anterior, que somou R$ 5,697 bilhões. A receita operacional bruta (faturamento) chegou a R$ 11,469 bilhões, com alta de 9,4% frente a 2016 (R$ 10,486 bilhões). 

A Celesc apresentou lucro ajustado porque considerou R$ 202 milhões de exposição involuntária, R$ 21 milhões de provisão civil, R$ 72,8 milhões de provisão para o PDI e R$ 25,8 milhões de processo da Eletrosul, entre outros. Nos resultados sem ajustes, a empresa teve lucro líquido de R$ 66,5 milhões em 2017 revertendo prejuízo de R$ 9,8 milhões de 2016. No ano passado, a estatal investiu R$ 384,2 milhões, 13,8% mais que no ano anterior (R$ 337,4 milhões). 

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Equilíbrio no BRDE
O BRDE fechou 2017 com investimentos de R$ 2,2 bilhões em contratações de crédito. Como há atração de valor semelhante de outras fontes, o investimento ficou em R$ 4,07 bilhões. Desse total, um terço foi de operações em SC, com a liberação de R$ 720 milhões. Considerando outros aportes, empresas do Estado investiram mais de R$ 1,3 bilhão em projetos via BRDE. Os destaques foram nos setores de energia e tecnologia, informa o superintendente da instituição em SC, Nelson Ronnie dos Santos. O lucro líquido alcançou R$ 118 milhões, quase igual ao de 2016. Como foi um ano difícil, o BRDE comemorou esse equilíbrio.  

Condomínios
Atento às demandas financeiras de condomínios, o Sindicato da Habitação (Secovi) de Florianópolis e Tubarão lançou o Rateio Fácil. Trata-se de opção de financiamento para condomínios que necessitam fazer alguma reforma ou precisam cumprir obrigações financeiras e não têm dinheiro em caixa. O parcelamento pode ser até em 48 vezes. 

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