Diante da demanda exponencial de oxigênio para tratar Covid-19 no sistema de saúde, a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e o Ministério da Saúde fizeram uma ação coordenada de solicitação de ajuda ao setor privado e foram atendidos. Grupo de 12 empresas está importando 5.133 concentradores de oxigênio para serem distribuídos em diversas cidades do país pelo SUS e, assim, evitar a sobrecarga de demanda nos hospitais. Nesta quarta-feira, chegaram 1.899 unidades no Aeroporto de Guarulhos e todas unidades chegarão ao país até o dia 14 deste mês.
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Essa é uma das ações do Plano Oxigênio Brasil para que não falte o insumo aos doentes. O investimento somou R$ 35 milhões e contou com doações do Brasdesco, BRF, B3, Embraer, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú Unibanco, Magazine Luiza, Marfrig, Natura, Suzano e Unipar. Quem está fazendo a importação é a Air Liquide Brasil, uma das líderes mundiais em gases, tecnologias e serviços para o setor de saúde. A distribuição ficará a cargo do SUS. Ainda não há informação sobre quando e como os equipamentos serão enviados para as cidades que necessitam desses equipamentos.
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Pelas projeções do Ministério da Saúde, esses equipamentos poderão atender mensalmente de 10 mil a 20 mil pacientes. Cada um substitui cerca de 21 cilindros de oxigênio. Como são produtos leves – pesam cerca de 15 quilos – e fáceis de usar, a expectativa é de que possam atender até as mais remotas comunidades do interior. Um aparelho desses tem duração de sete anos, em média. O Ministério da Saúde não informou ainda que critérios usará para fazer a distribuição.
