Indústria de doces de Braço do Norte cresce 11% e planeja expansão

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A Áurea Alimentos, de Braço do Norte, que se destaca no mercado com a industrialização de doces como geleias, doce de leite, goiabada, linha festa, refrescos e itens para indústrias de alimentos, fechou 2017 com crescimento de 11% em volume. Para este ano, a meta é crescer ainda mais em função dos novos investimentos. A companhia destinou R$ 5 milhões para aprimorar o parque fabril e ampliar a capacidade produtiva no último ano. A nova unidade para derivados de leite começa a operar mês que vem. Além disso, a empresa investe mais R$ 2 milhões na quarta unidade fabril para produzir misturas em pó para a linha de refrescos. A Áurea oferece 300 empregos diretos, mais cerca de 260 indiretos na equipe de vendas no país e 170 no setor rural, especialmente produtores de leite do Sul do Estado e da Serra de SC que fornecem diariamente 35 mil litros de leite. Na foto, a partir da esquerda, o diretor Arley José Felipe, a gerente de marketing Schirlei Osmarini, o diretor comercial Marcel Torres Felipe e o gerente de vendas Anderson Aguiar. 

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ExcelênciaSC

A empresária Maria Carolina Linhares, de Florianópolis, assume na próxima sexta feira à presidência do Movimento Catarinense pela Excelência (ExcelênciaSC), sucedendo Roberto Zardo. O evento, as 10h30min no Il Campanário, em Jurere Internacional terá palestra do presidente da Natura, Luiz Seabra. Inscrições podem ser feitas até quarta-feira.

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Negócios no Panamá 
Além dos países asiáticos, outros se articulam para oferecer oportunidades de negócios a preços competitivos. Um desses
países é o Panamá. Por isso a Fecomercio SC inicia domingo uma missão ao país, que inclui visita à feira Expocomer, a centros logísticos e a instituições locais. No Panamá e possível importar, exportar e produzir. 

Desafios do agro
Em evento nacional ontem em Florianópolis, o presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, João Martins, e os presidentes das federações estatuais do setor,    discutiram os entraves que prejudicam o setor. Conforme Martins, mais uma vez a safra vai ser boa, mas o custo do crédito agrícola acima da taxa Selic que está em 6,75% ao ano, prejudica o setor. O presidente da Federação da Agricultura de SC, José Zeferino Pedrozo afirmou que na Região Sul, o baixo preço do leite desanima os produtores. Mas ano passado, a supersafra teve peso fundamental na queda da inflação e, este ano, os baixos preços do agri estão ajudando de novo.

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