Mesmo preservando jogadores, o Avaí abriu o returno com vitória. Sem João Paulo, Moritz, Marquinhos, Guga e Rômulo, o técnico Claudinei Oliveira fez aquilo que desenhou depois da vitória de quinta-feira diante do Juventude, preservando jogadores para ter a equipe forte na próxima quinta, contra o Fluminense. O Avaí teve sustos, mas venceu. Era importante vencer. A atuação não foi boa, mas foi o suficiente para aquilo que o time precisava para derrotar o Inter de Lages.
Ajustando discurso
Na quinta Claudinei falou: “vou priorizar aquilo que é mais importante para o Avaí. A Copa do Brasil vale quatro, cinco vezes mais que o estadual”. Era uma evidente manifestação de quem queria dizer que a partir de neste momento a competição nacional seria prioridade. Neste domingo a frase foi: “não vou priorizar nem a Copa do Brasil, nem o catarinense. Vou priorizar o Avaí”.
É claramente um discurso diferente entre um jogo e outro, num ajuste que vem porque sempre é algo delicado assumir publicamente diante do torcedor que o estadual está em segundo plano. Já escrevi que não vejo problema, que a realidade é a dificuldade que o Avaí tem no estadual, com a distância dos líderes. E a Copa do Brasil passa a ser possibilidade. Mas, pelo jeito, internamente não pegou bem.
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