Missão empresarial de Joinville, com aproximadamente 20 pessoas e instituições – entre empresários Join.Valle, Ágora Tech Park, agentes do poder público e de universidades – vai a Israel entre os dias 1º e 9 de setembro. O objetivo é conhecer um dos melhores ecossistemas de inovação do mundo: lá surgiram Waze, Wix e Moovit, por exemplo.
Os participantes terão a chance de entender como pensam e agem os empreendedores de startups formadas lá. O grupo também vai em busca de informações junto a aceleradoras e visitará parques tecnológicos e para saber como ocorre a integração academia/empresa e como se dá a transferência tecnológica. Estão previstas, ainda, conversas com investidores em capital de risco. O secretário de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável, Danilo Conti, tem ambição:
– Queremos apresentar Joinville a fundos de venture capital e aceleradoras israelenses para atrair investimentos e negócios. Está na hora de a cidade receber iniciativas desse tipo. Nosso ecossistema amadureceu bastante nos últimos três anos.
O grupo joinvilense vai, ainda, ao evento DLD Inovation Festival. E visitará empreendimentos como Waze, The Bridge, The Shelf, Technion, CyberSpart e Minset Ventures.
Posições divergentes no caso Duque
O Ministério Público se posicionou favoravelmente à Duque S.A., que pediu mais 30 dias para apresentar um novo plano de recuperação. A metalúrgica está em processo de recuperação judicial. O administrador judicial e o sindicato de trabalhadores tinham se manifestado contrariamente à pretensão da empresa. Há mais de um ano está fechada e sem nenhuma atividade. A inexistência de uma vara especializada em processos de recuperação judicial e falências na comarca de Joinville e a enorme quantidade de processos para os juízes analisarem tornam cada vez mais lenta a apreciação de questões dessa natureza, por si só complexas.