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Cláudio Loetz

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Claudio Loetz é um dos mais renomados colunistas de economia do Sul do Brasil. Com textos analíticos e informativos, é a principal fonte de informação para os interessados em negócios em Joinville e região.

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Um dos problemas já levantados é a queda no número de voos e destinos

Entidades lançam a campanha #Voe por Joinville

Por Loetz

23/04/2018 - 06h30

O tema aeroporto volta a movimentar as lideranças políticas e empresariais de Joinville. Está em andamento campanha #Voe por Joinville, numa ação da Acij, CDL, Ajorpeme e Acomac. Foram formados quatro grupos empenhados em traçar estratégia de trabalho conjunto. Os grupos são responsáveis por dialogar e preparar conteúdos e banco de dados com informação nas áreas de marketing e comunicação; atuar junto às companhias aéreas; verificar possíveis mudanças na legislação; e fazer ações integradas das entidades locais e da região. Pesquisa em andamento Já está em andamento pesquisa de diagnóstico da situação da qualidade e oferta de serviços do aeroporto. As perguntas tratam de aspectos de infraestrutura do aeroporto local, frequência de voos, destinos preferidos, número de passagens adquiridas em diferentes aeroportos próximos durante os últimos 12 meses, entre outros tópicos. O problema O maior problema, claramente identificado há tempo, antes mesmo de qualquer pesquisa, é a diminuição do número de voos e destinos. A comparação é emblemática: em 2001, havia 24 voos para nove destinos, partindo de Joinville; em 2018, são apenas oito para dois destinos (Congonhas e Guarulhos).

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Perini é o maior condomínio empresarial multissetorial da América do Sul, segundo consultoria

Por Loetz

21/04/2018 - 04h00

O Perini Business Park, de Joinville, é o maior condomínio empresarial multissetorial da América do Sul, segundo a consultoria KPMG. A informação foi revelada pelo presidente do empreendimento, Marcelo Hack, na reunião da Federação das Indústrias de SC (Fiesc) de sexta-feira. O complexo reúne 160 empresas de 12 nacionalidades em mais de 300 mil metros quadrados. O faturamento anual supera R$ 4 bilhões, o que significa 21% do PIB de Joinville e 2% do PIB do Estado. O empreendimento é do empresário e cientista italiano Fábio Perini, que mora na Itália, prefere vida simples e distância de holofotes.     Leia também: Em SC, 621 pessoas declaram ter mais de R$ 1 milhão em espécie guardado em casa   Ecossistema de inovação Duas novidades animam ainda mais a cúpula do Perini e Joinville: a instalação do campus da UFSC no condomínio e a construção do Ágora Tech Park, projeto de R$ 120 milhões que vai abrigar incubadora e empresas de tecnologia e inovação. Isso motiva não só a UFSC, mas as  outras universidades da cidade.   Segundo Hack, Joinville tem um super ecossistema de inovação, só que está disperso. O Ágora vai unir, levando para a região institutos do Senai, a Totvs e a Univille. O distrito de inovação do governo do Estado também será na região. 

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Articulação para reduzir os preços das passagens aéreas

Por Loetz

21/04/2018 - 03h00

Três ações conjuntas são essenciais para os preços das passagens aéreas ficarem mais baixas. O primeiro movimento é o de articulação da sociedade e de autoridades para convencer as empresas a comprarem passagens por Joinville.  De cada cinco passagens emitidas por joinvilenses, quatro são feitas tendo Curitiba como origem. O segundo ponto é o da cidade promover mais eventos.   Veja também: Preço dos bilhetes aéreos não diminui com cobrança pela bagagem   — Se cada uma das empresas instaladas no Perini Business Park fizer um evento por ano, metade do calendário anual estará preenchido, exemplifica o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz, em palestra promovida pelo Joinville Convention & Visitors Bureau. O fator decisivo, no entanto, é a alíquota de ICMS.  — Santa Catarina cobra 17%, enquanto outros 16 Estados já reduziram o percentual para 12%. Ou até menos. O percentual é relevante porque o custo de querosene de aviação é representa 35% no preço final do bilhete.  Ele pergunta e responde: por que voar para Buenos Aires é mais barato do que fazer um voo dentro do Brasil para a mesma distância? Porque na Argentina — e em nenhum outro país — há algo semelhante ao nosso ICMS.   Retomada do mercado O mercado de aviação no Brasil cresceu 2% no primeiro trimestre deste ano segundo a Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear). Há 100 milhões de passageiros, com movimentação de 576 mil toneladas de cargas distribuídos por 106 aeroportos brasileiros, que se conectam a outros 70 destinos internacionais. O início da recuperação aconteceu em abril de 2017, depois de queda de 8 milhões de passageiros havida ao longo de 19 meses consecutivos - até o final de 2016. O começo de 2018 resultou em mais 2,5 milhões de passageiros nos voos das companhias aéreas que atuam no País. Os dados são da Abear.   Tarifa média  Diz ele que a tarifa média nas viagens domésticas caiu de R$ 695,00 para R$ 357,00 de 2002 até 2014. Desde 2011/2012, mais gente utiliza de avião do que usa ônibus.  O líder empresarial trouxe outro dado algo surpreendente: a tarifa média praticada pelas companhias aéreas partindo de Joinville é de R$ 304,00. No geral dos aeroportos do Estado o valor médio é de R$ 315,00 e a média nacional é de R$ 357,00.  Claro que estes valores são possíveis comprando com longa antecedência.  Sanovicz conta que quando o preço da passagem sobe 10%, diminui em 14% o número de passageiros.    Leia também as publicações de Estela Benetti

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Joinville cria mais de 700 empregos em março

Por Loetz

20/04/2018 - 14h40

Joinville criou 744 vagas novas de trabalho em março. O número de admissões foi de 7.839 e 7.095 trabalhadores foram desligados. Percentualmente, avariação foi de 0,40%. No trimestre inicial do ano os diferentes setores da economia local abriram 3.741 postos de trabalho. Significa que o saldo deriva de 24.077 admissões e de 20.336 trabalhadores dispensados no período. Da conta ainda se extrai variação de 2%. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), do Ministério do Trabalho, também mostra que, no prazo de 12 meses - de abril de 2017 a março de 2018 - houve 6.725 novos postos de trabalho, com  84.361 contratações e 77.636 demissões. A variação chega a 3,70%.  Embora a evolução do nível de emprego ainda não seja no padrão desejado, o crescimento continua. Mesmo assim, há de se recuperar aproximadamente 6,5 mil empregos para se retornar ao nível pré-crise de 2014-2016.

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Condor anuncia novos investimentos e linha com as marcas Barbie, Galinha Pintadinha e Hot Wheels

Por Loetz

20/04/2018 - 11h40

A Condor anuncia investimentos no desenvolvimento de produtos, entrada em novos segmentos e lançamento de novos licenciamentos. Entre as principais novidades está a complementação da linha de beleza, que ganhará sabonetes infantis, com as marcas Barbie e Hot Wheels. O investimento em licenciamentos também está sendo ampliado com duas novas marcas. A Galinha Pintadinha, maior canal infantil no YouTube, assinará uma linha de higiene bucal e beleza. Os heróis do Avengers, que terá filmes lançados pela Marvel/Disney, também ganharão uma linha de higiene bucal júnior. Em outra categoria, a empresa está lançando uma nova linha de panos para limpeza e revitalizando toda a linha de escovas e acessórios para limpeza. Com sede em São Bento do Sul, a empresa possui mais de 1.500 produtos nas categorias limpeza, higiene bucal, beleza e pintura artística e imobiliária.  

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Catarinenses guardam R$ 17 milhões em casa

Por Loetz

20/04/2018 - 04h10

Em 31 de dezembro de 2017, o movimento de dinheiro em circulação somava R$ 232 bilhões no Brasil. Em Santa Catarina, 621 pessoas físicas declararam no Imposto de Renda da Pessoa Física/2017 possuir mais de R$ 1 milhão de moeda em espécie, e mais de 44 mil pessoas físicas declararam possuir mais de R$ 100 mil de moeda em espécie. Atento a esses números, a Receita Federa iniciou a Operação Tio Patinhas. O nome se relaciona justamente pelo fato de o personagem de quadrinhos guardar grande parte de sua riqueza em um caixa-forte – e não em um banco. O valor total declarado pelos catarinenses como guardado em espécie na DIRPF/2017 alcança R$ 17 bilhões.

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Joinville dá um passo adiante para a inovação

Por Loetz

19/04/2018 - 06h00

O presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial, José Rizzo, detalhou ao prefeito Udo Döhler e equipe os ganhos que tecnologias inovadoras e disruptivas podem trazer à melhoria da infraestrutura nas cidades. Para efeitos de mobilidade, o projeto prevê, preliminarmente, a instalação de câmera térmica num cruzamento de ruas (ainda a ser definido pela Prefeitura), considerando também a passagem de ciclistas e pedestres. A tecnologia também dará informações que serão reunidas num banco de dados sobre o trânsito.

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WEG lucra R$ 285 milhões no primeiro trimestre

Por Loetz

18/04/2018 - 10h45

A WEG apurou lucro líquido de R$ 285 milhões no primeiro trimestre deste ano,ou 10% superior ao obtido em igual período do ano passado. A receita operacional líquida totalizou R$ 2,55 bilhões, ou 16,6% em comparação com janeiro-março de 2017. A empresa investiu R$ 218,4 milhões, inclusive com a aquisição da TGM. A WEG ainda captou R$ 526,8 milhões em novos financiamentos nos três primeiros meses deste ano. A melhoria da economia e os negócios novos em energia solar foram determinantes para o desempenho da companhia.

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Juros para o consumidor têm de baixar, diz economista-chefe do Bradesco

Por Loetz

18/04/2018 - 04h00

O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa (foto), traçou cenário bem otimista para o Brasil em palestra de 50 minutos na Acij, na segunda-feira, dia 16. Diz que os bancos têm de baixar juros e a economia terá crescimento sustentado quando o PIB per capita se elevar. Anota que a expansão cíclica da economia se dará pela via do consumo das famílias. Ainda avalia o cenário de reformas, o ambiente global dos negócios e o processo eleitoral. A seguir, os principais trechos. O mundo vai ajudar A economia mundial vai ajudar o Brasil. Há um crescimento disseminado por diferentes países e regiões. A expansão ganhou tração. E as projeções são todas para cima. Estados Unidos, Alemanha, Japão, África do Sul, Turquia e Rússia estão em processo de crescimento. Setorialmente, os negócios de vendas de máquinas e equipamentos também estão em expansão pelo mundo, e isso é fator importante para investimentos industriais.  As exportações globais cresceram abaixo de 5% nos últimos cinco anos. Agora já crescem mais. Trump tomou a decisão errada ao optar por proteger a economia norte-americana.   Confira também as publicações de Estela Benetti   Expansão e inflação Para 2018-2019, teremos expansão mundial, com possibilidade de inflação ascendente. Ainda não é uma preocupação grande, mas é um lembrete. Se inflação e taxas de juros sobem em países centrais, perdem os emergentes – inclusive o Brasil.   Reformas importantes O Brasil fez reformas importantes: 1. A reforma do teto dos gastos públicos. Essa decisão vai mudar o perfil de despesas ao longo dos próximos 20 anos porque os governos só poderão gastar o igual à variação da inflação; 2. A reforma trabalhista. Ela admite a flexibilidade inédita nas relações entre empregadores e trabalhadores. Haverá mais empregos formais do que em anos passados; 3. A reforma do BNDES. Essa reforma permitirá que a taxa de juros produza queda dos juros em todos os bancos. A taxa Selic abaixo de 6,25% pode ocorrer em até 90 dias.    Retomada cíclica Entramos no período de retomada cíclica da economia. Explico isso em alguns pontos: o consumo das famílias; o nível dos estoques; e a inflação em baixa. O consumo das famílias aumentará. Um dos motivos é o menor endividamento, comparativamente a três anos atrás. Na crise, as famílias também sofreram menos do que as empresas.   Estoques menores Neste ponto, importante mostrar que os níveis dos estoques nas indústrias estão os mais baixos dos últimos três anos. Lógico que isso acelera a produção e, em consequência, vai abrir mais vagas de trabalho. Os estoques eram muito altos no triênio 2014/2016.   Inflação baixa Continuaremos com inflação baixa – ao redor de 3% – por pelo menos 12 a 18 meses. Na sequência, os juros também cairão. Isso tudo auxilia o processo de crescimento. A inflação está ao redor de 3% ao ano faz nove meses! Isso é inédito. Acontece porque ainda temos desemprego elevado, algo como 13%, e isso gera descompressão salarial bem significativa. Evidente, assim há redução de custos nas empresas.   O melhor dos mundos Então, situação com salário baixo e crescimento econômico permite inflação reduzida. Mesmo assim, os trabalhadores têm algum ganho real. A massa salarial subiu 3,7% de 2017 para 2018. Esse é o melhor dos mundos. Isso tudo explica por que Temer, com só 6% de popularidade, não sofre pressão das ruas. Não há protestos.  Ainda projetamos a possibilidade de não haver alta de juros em 2019 se for eleito um presidente comprometido com as reformas.   Foco no emprego A lembrar que o pico do endividamento das famílias foi em 2012. Atualmente, está no patamar de 2006/2007. O consumidor está pronto para voltar às compras. Temos de olhar para a geração de vagas de trabalho. É fator essencial para monitorarmos a economia brasileira. O índice de confiança do consumidor já está perto da média histórica. As vendas de automóveis e de eletrodomésticos foram retomadas. As quatro grandes do setor da construção e setor imobiliário do Brasil nos informam que vai haver 10% a mais em número de lançamentos de imóveis residenciais. O crédito está começando a aumentar e vai se expandir até 2019.   Os desafios Transformar a recuperação cíclica em recuperação sustentada em 2019 depende de se conseguir superar alguns desafios. Há três agendas necessárias: aumentar a taxa de investimentos; equacionar as contas públicas; e promover o corte de juros. Pessoal de banco dizendo para baixar juros? Sim. É muito importante. O Brasil só vai dar certo quando os juros forem baixos. Só vamos dar certo quando a renda per capita se elevar. Os juros reais (Selic menos inflação), no curtíssimo prazo, estão em 2,5%. Mas os juros de longo prazo...   Investimentos O governo não terá dinheiro para investir em 2019. Os investimentos terão de vir da iniciativa privada. O governo terá de estimular privatização, promover concessões. Além da reforma da Previdência, o Brasil precisa fazer a reforma do PIS/Cofins e a do ICMS. E integrar o mercado dentro do País. Lógico que terá de haver políticas compensatórias para setores que perderão e vão desempregar quando as mudanças acontecerem.    Eleições Não sei quem vai ganhar as eleições. Ninguém sabe. O dado mais importante da mais recente pesquisa feita pelo Datafolha está nas respostas à pergunta estimulada com candidatos: 67% dos entrevistados não sabem em quem vão votar. Significa que está tudo em aberto.   Leia também as publicações de Saavedra

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Claudio Loetz é um dos mais renomados colunistas de economia do Sul do Brasil. Com textos analíticos e informativos, é a principal fonte de informação para os interessados em negócios em Joinville e região.

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