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Cláudio Loetz

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Claudio Loetz é um dos mais renomados colunistas de economia do Sul do Brasil. Com textos analíticos e informativos, é a principal fonte de informação para os interessados em negócios em Joinville e região.

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(Luciano Dias, Divulgação)

Centro de pesquisa no Brasil desenvolve sistema futurista de transporte

Por Loetz

17/08/2018 - 03h35

Um empreendimento com altíssimo teor de inovação nasceu em abril deste ano, na cidade de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Trata-se do Centro de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da empresa californiana Hyperloop Transportation Technologies. Produto de uma plataforma aberta de inovação lançada em 2013 pelo visionário Elon Musk, o Hyperloop consiste em uma cápsula que levita em tubos de vácuo e velocidade que pode atingir até 1.123 km/h – mais do que a velocidade do som.  Parece ficção científica, mas é uma ousada ideia que já mobiliza um batalhão de cientistas e engenheiros e tem 12 acordos internacionais assinados para se tornar realidade, em países como China, Emirados Árabes e França. Ricardo Penzin (foto), desenvolvedor de negócios da Hyperloop no Brasil, esteve na 6ª Expoinovação, que se realizou de terça a quinta em Joinville, para falar sobre a tecnologia e o futuro do transporte de cargas e passageiros. Veja a entrevista do especialista.    Mais eficiência  Não somos concorrentes de nenhum modal. Somos só mais um modal de transporte que está tentando se implementar. Nosso projeto no Brasil é voltado à pesquisa e ao desenvolvimento, focado em cargas. Mas não temos planos de construção para o Brasil. Falando em futuro, queremos muito que o planeta tenha algum tipo de sistema que seja mais eficiente, econômico, diplomático. Temos interesse, sim, que isso aconteça de maneira ampla no mundo todo.   Centro de P&D no Brasil  O centro está situado em Contagem (MG). Foi uma parceria interessante com a prefeitura daquela cidade. É um espaço de 40 mil metros quadrados, com 4 mil metros quadrados de área construída. Ainda está em fase de implementação e terá cinco pilares, todos focados no sistema de carga. Serão pesquisas que vão complementar a parte de transporte de passageiros. E o que for desenvolvido lá terá aplicação global. Uma infinidade de profissionais trabalha nesse centro. Temos engenheiros aerodinâmicos, engenheiros civis, entre outros. Estamos com vagas abertas, selecionando engenheiros (www.hyperloop.global) para nos ajudar a trabalhar nessa tecnologia com mão de obra local. Estamos trazendo conhecimento, mas o desenvolvimento será feito aqui no Brasil. O governo de Minas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapemig), está colocando aproximadamente  US$ 4 milhões, e nós estamos investindo mais US$ 4 milhões, sendo 50% econômicos e 50% financeiros.    Os projetos Na América Latina, não temos linha comercial sendo discutida. Nem é esse o objetivo da empresa. Temos linhas em outros países, 12 acordos internacionais já assinados. O que mais se destaca é de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Lá, já obtivemos o licenciamento da terra e pretendemos começar a construir o mais rápido possível, lançando uma linha comercial nos próximos dois ou três anos. Um caso interessante é o de Toulouse, na França, onde se situa nosso centro de P&D para passageiros. Estamos construindo 1 km de linha, em tamanho real, que ficará pronto até o final do ano para testes, demonstrações e certificação do sistema.    Repensar o transporte  O sistema de transporte tem uma série de entraves, até em nível de escala: você não consegue construir estradas ou ferrovias para sempre, há uma limitação física que se precisa respeitar. Já o Hyperloop pode crescer para cima: em um mesmo pilar, pode-se colocar sete tubos, o que permite escalabilidade um pouco maior, e a eficiência em velocidade e economia financeira é muito grande. O sistema não gasta energia – na verdade, a gente gera a nossa energia – e não requer combustível fóssil. A eficiência é muito maior, e nosso custo é um décimo do custo operacional de uma ferrovia. A dependência das rodovias que se vê no Brasil acontece também em outros lugares. Oferecemos uma solução, mas existem várias. O transporte mundial tem muitos problemas, o Brasil é mais um dos países que precisam repensar o transporte, não só por causa dos caminhoneiros, por uma série de subsídios, uma fortuna que se gasta no mundo inteiro. O sistema Hyperloop não cobra subsídios. Nosso objetivo é inverter essa lógica: a partir de determinado momento, começaremos a pagar o direito de passagem para o governo, invertendo a lógica do transporte atual, em todos os modais.   Vencedores do Prêmio de Inovação de Joinville

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(Luciano Dias, Divulgação)

“Não existe pílula da inovação“, diz "black belt" da Microsoft

Por Loetz

16/08/2018 - 04h45

Atuando no time de “black belts” da Microsoft para a América Latina, Alexandre Vasques cumpre uma missão profissional que não é pequena: ajudar os inúmeros clientes e parceiros da companhia a modernizar processos por meio de tecnologias inovadoras e disruptivas de serviços cognitivos, Internet das Coisas e Indústria 4.0.  Vasques veio a Joinville para abrir a 6ª ExpoInovação, terça-feira à noite, e explanar como esses conceitos podem ser aplicados na indústria, trazendo maior controle e informação. O profissional, com 30 anos de carreira na área de Tecnologia da Informação, reiterou em sua palestra que não é só uma tecnologia em particular que vai transformar o mundo, mas a convergência de várias. “E isso pode vir de uma grande empresa, mas também de uma garagem. Fechar-se às garagens é fechar-se a uma Microsoft no futuro.”  Na entrevista, ele fala sobre o desafio da inovação na indústria brasileira. Veja também: Expoinovação: festival de criatividade em Joinville Confira também as publicações de Saavedra   Processo contínuo O grande problema, para levar inovação à indústria, é o status quo: a empresa que se acomoda naquela posição. Especialmente nos últimos dois anos, vivemos um momento de quebra na economia e todos precisam ganhar eficiência. O problema é a inexperiência com a inovação: não dá para tomar uma pílula e inovar; é um processo para o resto da vida. Veja a Microsoft, por exemplo, que quase quebrou duas, três vezes, e hoje tem um processo perene de inovação, nunca fica tranquila com o software que produz, mas inova, inova, inova. É o que a indústria tem que começar a perseguir. Inovar não é só colocar um robô na fábrica. Tem que pensar no que fazer que seja melhor para o cliente, para o consumidor. O que vai muito além de automatizar um processo. É atender ao consumidor, que quer carros e bicicletas customizados do seu próprio jeito, nas cores, no painel, no quanto vai gastar, no impacto ambiental etc. E isso, para uma indústria quadrada, não se encaixa. Precisa ser flexível. A indústria tem que estar com o pé e o ouvido nesse novo consumidor.   Mais com menos O viés do momento atual é de otimizar recursos e ter máquinas eficientes. Fazer mais com menos. E aí o processo de inovação é necessário. Brincamos dizendo que o Brasil é “mato alto”: a máquina “fala”, traz vários dados, e o empresário não escuta. Os equipamentos geram informações jogadas fora. É vital trabalhar para que se tenha o melhor resultado operacional daquele equipamento, que pare menos e gere menos problema de qualidade. E isso afeta custos. Se tem um equipamento que gera menos problema de qualidade, que consome menos energia, faz mais num turno, você se torna mais eficiente.   Os extremos Na indústria atual, todos estão procurando pela inovação. No passado, o setor de mineração, em toda a cadeia, desde a siderurgia, que passou por uma enorme crise, e todo o mercado do aço, foram avessos a qualquer investimento em inovação, até há uns quatro anos. O momento é outro e as empresas inovam porque sabem que o preço do minério vai variar, e elas têm que ser mais efetivas e eficientes. A indústria automotiva inova há longo tempo, acho que é a que está mais próxima da inovação. Já o agronegócio se encontra, também há tempo, em um processo mais lento, mas em boa cadência no caminho da inovação. Desde um esforço para automação de algumas atividades da colheita até, hoje em dia, toda a instrumentação do campo. A gente está entrando em um momento de agricultura de precisão, em que vamos pingar água, em vez de ficar jogando água. Pingar um pesticida em vez de usar um avião para jogar um monte de agrotóxico no meio ambiente. E, para ter precisão, tem que ter dados, coletar um grande montante de dados do campo; vai ser tecnologia pesada de informação, variáveis diversas, vento, temperatura, umidade, utilização de imagens para detecção de pragas na lavoura de forma antecipada.   Futuro O uso de drones na lavoura tende a crescer. Diria que o drone é o novo trator. Logo, todo agricultor vai ter um drone. É o olho do dono, vai fazer a varredura da propriedade dele de forma muito melhor do que os antigos voos, diariamente. E, com os algoritmos de rede neural, você consegue detectar problemas na lavoura antecipadamente e evitar perdas gigantes. O Brasil é ponta, e vai continuar sendo, nesta área, com ganhos não só pela economia de escala, mas também pela parte ecológica, de sustentabilidade, com menos impacto ao meio ambiente. Inovação é pensar o seu negócio ciclo a ciclo. O agricultor age assim, se terminou o plantio, já pensa no que vai fazer de novo. Sempre pensar no que pode melhorar a cada momento.   Leia outras publicações de Loetz

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(Divulgação)

Conta Azul oferece capacitação gratuita e oportunidade de contratação

Por Loetz

16/08/2018 - 03h45

A empresa de tecnologia Conta Azul, de Joinville, abriu inscrições para o programa Lumos Experience, escola de capacitação gratuita em UX Design, voltada para formar talentos na área. A companhia - que oferece uma plataforma na nuvem para gestão de negócios - disponibiliza 12 vagas para o curso, que será ministrado em sua sede. As inscrições para o processo seletivo podem ser realizadas até o dia 30 de agosto, por meio do site da iniciativa. De acordo com os responsáveis pelo Lumos Experience, o objetivo da ação é contribuir com a formação da comunidade de designers de Joinville e região, aproximando o conteúdo teórico da prática profissional e oferecer oportunidade de contratação ao final do curso. A seleção acontecerá entre os dias 3 e 21 de setembro. Os selecionados terão aulas ministradas por profissionais da empresa e também por especialistas convidados, que são referência no segmento.    Diálogo A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) vai promover o Diálogo com candidatos ao Governo de Santa Catarina, na próxima segunda-feira, dia 20, às 18h30. O encontro acontece na sede da instituição, em Florianópolis, e deve contar com a participação dos candidatos Décio Lima (PT), Gelson Merisio (PSD) e Mauro Mariani (MDB). Na ocasião a Federação vai entregar a ‘Carta da Indústria’, documento que consolida as principais demandas para o período 2019-2022 e que pode subsidiar decisões das esferas executiva e legislativa do Estado.   Visão de mercado A comunidade empresarial de Joinville terá a oportunidade de assistir a palestra "Zero Acidente, Zero Emissão, Zero Congestionamento: A Visão da General Motors para o Futuro", com Nelson Silveira, Diretor de Comunicação Corporativa e Marca da General Motors Mercosul. O encontro com entrada franca será no salão nobre da ACIJ, às 18h30 de segunda-feira. Silveira é responsável por todas as atividades relacionadas ao negócio, à marca e aos produtos Chevrolet na nova unidade que integra as operações da Argentina e do Brasil.   Eleições de 2018 O desembargador Ricardo Roesler, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, é o convidado da próxima Reunião Plenária da CDL de Joinville, marcada para o dia 3 de setembro. O convidado vai falar sobre o pleito eleitoral de 2018. O encontro acontece ao meio dia, seguido de almoço para convidados no salão de eventos da entidade.   Leia outras publicações de Loetz

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Expoinovação: festival de criatividade em Joinville

Por Loetz

15/08/2018 - 05h35

Um inusitado festival que leva tecnologia, música, inovação e economia criativa para a pequena e pacata cidade de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais. Chamado Hacktown, caminha para a quarta edição (em setembro) e está transformando o lugar, estimulando investimentos em educação e foco em tecnologia. Um dos mentores da ideia, Ralph Peticov, está em Joinville e fala nesta quinta-feira (16), na última noite da 6ª Expoinovação, que se realiza no Teatro Juarez Machado (ingressos pelo site). Na terça-feira (14), pela manhã, Peticov abriu encontro com representantes de núcleos de inovação de oito cidades catarinenses, na Acij (foto). A proposta do evento paralelo, segundo os organizadores, é trocar experiências e fortalecer o ecossistema da inovação. Veja também: Setor de serviços de Santa Catarina tem alta de 4,5% em junho   Na dianteira da inovação joinvilense Hoje é dia de conhecer quem está na linha de frente da inovação em Joinville. Durante a 6ª Expoinovação, serão anunciados os vencedores da edição de 2018 do Prêmio Inovação de Joinville, uma iniciativa do Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Comciti). O evento prossegue até amanhã, no Teatro Juarez Machado, com palestras, workshops e outras atividades. Os concorrentes ao prêmio tiveram a oportunidade de apresentar suas ideias à comissão julgadora na tarde de terça-feira. Serão contempladas pessoas e instituições públicas ou privadas que, com suas ações, destacam-se na promoção do conhecimento e da prática da inovação, na geração de processos, bens e serviços inovadores com reflexos econômicos, sociais e ambientais. Neste ano, havia duas opções de inscrição: tema livre e tema cidades humanas e inteligentes (human smart city). Inscritos de 26 municípios da região Norte/Nordeste do Estado deveriam se enquadrar em uma das três categorias disponíveis: academia, empresa ou comunidade. Os três primeiros em cada uma das categorias no tema livre e no tema cidades humanas e inteligentes serão agraciados com um kit de prêmios em produtos e serviços, de acordo com a colocação, e um certificado com o nome de todos os autores e o do projeto. As empresas premiadas poderão usar o selo “Empresa Inovadora de Joinville” em seu site.   Leia também: Saiba como a Propague Doc.Sync inova Veja também as publicações de Estela Benetti   Legislação não estimula a inovação Dispositivos legais específicos relacionados ao campo da inovação são mais recentes do que muita gente possa imaginar. Segundo o advogado Marcus Silva, da Silva, Santa & Teston Advogados, foi somente em 2015 que a Constituição incorporou e normatizou esse conceito.  – Ainda observamos um ambiente regulatório hostil, seja porque as regras não são as melhores e não favorecem claramente os interesses do empreendedor, seja pela ausência de outras normas que poderiam estimular o investidor – aponta o especialista, que comandou workshop sobre o tema no primeiro dia da 6ª Expoinovação, terça-feria (14) à tarde, no Teatro Juarez Machado.  – Estamos ainda engatinhando. Esse é um dos fatores mais restritivos ao setor de tecnologia – analisa Marcus Silva. O advogado lista quatro recomendações para os candidatos a empreendedor terem assertividade ao trabalhar a inovação:  1. Definir com critério o perfil de empresa (MEI, sociedade limitada, anônima etc.), dado que “cada um desses modelos pressupõe obrigações, benefícios e oportunidades”; 2. Pactuar, entre os sócios, como se dará a gestão, a participação nos resultados e, especialmente, a possível saída do negócio, movimento comum no universo das startups; 3. Encontrar as melhores fórmulas para reter talentos, se possível, estabelecendo mecanismos de remuneração vinculados ao cumprimento de tarefas e alcance de metas, como também alternativas para o profissional adquirir participação societária;  4. Prestar atenção à disponibilidade (bastante comum) de linhas de financiamento à inovação abertas por agentes públicos de fomento.   Posse na Fecomércio/SC A presidência e a nova diretoria da Fecomércio/SC para a gestão 2018-2022 tomaram posse nesta semana, em Florianópolis, sob a liderança de Bruno Breithaupt. O empresário havia sido reeleito em votação unânime em maio e continua à frente da entidade pelo terceiro mandato consecutivo.   Leia outras publicações de Loetz

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(Salmo Duarte, A Notícia)

Indústrias do setor plástico apresentam inovações em Joinville

Por Loetz

15/08/2018 - 05h00

As principais inovações tecnológicas das indústrias de transformação de plástico estão ganhando atenção de destaque do público presente na Interplast – Feira e Congresso da Integração da Tecnologia do Plástico – e na EuroMold Brasil – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos para a América Latina, desde a tarde de ontem em Joinville. O evento vai até o dia 17, na Expoville, evidencia um mercado promissor em Santa Catarina e traz novidades a Joinville – importante polo de ferramentarias e empresas de modelação, além de destaque na produção de peças injetadas em plástico. Já o Estado reúne cerca de mil indústrias e mais de 32 mil trabalhadores no setor. É responsável ainda por processar aproximadamente um milhão de toneladas de plástico ao ano. Essa visibilidade se reverte em uma oportunidade para reunir expositores locais e nacionais, além de marcas vindas da Ásia, Europa e outros países das Américas, ambos com soluções que despontam no mercado. Destaque incontestável para a adequação fabril à indústria 4.0 e tecnologias que potencializam o reaproveitamento de matéria-prima. Ao todo, são 400 marcas e 320 estandes que devem ser visitados por aproximadamente 25 mil pessoas na Interplast. A movimentação financeira deve atingir cerca de R$ 200 milhões em negócios iniciados no evento. Veja também: Evento da indústria plástica, Interplast 2018 projeta movimentar R$ 200 milhões   Soluções sustentáveis Os exemplos de reciclagem e aproveitamento nas indústrias do plástico assumem papel importante entre as novidades à mostra na Interplast. Entre os estandes, se destacam práticas sustentáveis, como o da Polifibras, que detém patente no Brasil para adicionar casca de arroz com qualquer resina termoplástica, o que torna o compósito ecológico e sustentável, por retirar um resíduo do meio ambiente que não se esgota a cada safra, transformando-o em uma resina termoplástica nobre. Outro exemplo vem de um expositor do Sindicato das Indústrias do Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), que desenvolve tecnologia para fabricação de bombonas plásticas para água feitas com material reciclado, a primeira brasileira a desenvolver a tecnologia seguindo regulamentação internacional (FDA). Além da Eletro-Forming (foto), que leva à feira sua linha de copos descartáveis em PET, mais transparentes e rígidos que os tradicionais copos industriais de PP e com possibilidade de uso de material PET reciclado.   Confira também as publicações de Saavedra e de Estela Benetti   A vez da tecnologia No campo da inteligência artificial, um dos modelos notáveis é a tecnologia da Herrmann Ultrassom que possibilita a confecção de peças seguras, invioláveis e impermeáveis em diferentes segmentos industriais, incluindo plástica, automotiva, médica, eletrônica e farmacêutica. Isso por meio de uma máquina de solda e gerador por ultrassom criado para processos automatizados. Já a Steinert destaca as inovações em torno da separação magnética e por sensores, tendo o único e pioneiro sistema óptico capaz de separar plásticos pretos por tipo, além de um sistema específico para trabalhar com plásticos-filme e materiais 2D, fazendo a triagem dos materiais tanto por tipo quanto por cor.   Leia outras publicações de Loetz

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Divulgação

Evento da indústria plástica, Interplast 2018 projeta movimentar R$ 200 milhões

Por Loetz

14/08/2018 - 05h10

Principal evento do setor plástico do Brasil, que reúne em Joinville toda a cadeia do processo produtivo – do design à produção – ,a Interplast começa nesta terça-feira. A feira terá de matéria-prima a máquinas e equipamentos. Simultaneamente, na EuroMold haverá soluções tecnológicas em ferramentais e desenvolvimento de produtos. As duas feiras reúnem 400 marcas, em 320 estandes de fabricantes e expositores vindos do Brasil e de países da Ásia, Europa e Américas. Em três dias, a expectativa dos organizadores é de receber um público de 25 mil visitantes e criar oportunidades para gerar R$ 200 milhões de negócios iniciados no evento e consolidados em até 12 meses.  A área útil foi ampliada para o hall de acesso do pavilhão, com mais 30 estandes, totalizando 20 mil m2 de exposição. São 67 novas empresas expositoras na Interplast e 17 na EuroMold Brasil. Os expositores vêm de oito Estados, sendo 55% de São Paulo, 21% de Santa Catarina e os demais do Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Incentivo à reciclagem do plástico, à implementação de tecnologias 4.0, reunião de representantes da câmara nacional dos recicladores de material plástico e rodada de negócios serão alguns dos outros assuntos tratados nos dias de evento na Expoville.   Confira também as publicações de Estela Benetti Incentivo à reciclagem de 100% do plástico Espaço de demonstração de máquinas, equipamentos, rotinas e abordagem sobre a importância de reciclar 100% do plástico – em especial o PS e o EPS (Isopor®), além de conscientizar o público sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) é a proposta da Ilha da Reciclagem, uma novidade dessa edição da Interplast. A Ilha evidencia a reciclabilidade por meio de um processo inovador, que beneficia tanto os consumidores quanto o meio ambiente. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de novos projetos, investimentos e o engajamento com o tema reciclagem.  A Ilha da Reciclagem promove, também, o Fórum Economia Circular dos Plásticos, que evidencia exemplos de empresas e instituições que causaram uma transformação do plástico em benefício da sociedade. O fórum será realizado amanhã, dia 15.   Aplicações de internet das coisas e indústria 4.0   A Associação Brasileira de Internet Industrial (Abii – abii.com.br), em parceria com a Messe Brasil e com o apoio da Acate Vertical Manufatura, apresentará nove aplicações ou conceitos da indústria 4.0 totalmente voltadas à indústria do plástico. A Krona, por exemplo, demonstrará “Os desafios da empresa na implementação das tecnologias de IIoT” e como tem sido a sua jornada digital. No Brasil, o mercado de internet industrial das coisas (IIoT, na sigla em inglês) movimentou US$ 1,35 bilhão em 2016, sendo que a indústria automotiva e manufatura foram as mais relevantes, de acordo com estudo da Frost & Sullivan. Com grande potencial de transformação, especialistas estimam que este mercado movimentará cerca de US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos.   Congresso de Inovação Tecnológica   A capacitação dos profissionais tem espaço garantido na Interplast 2018 por meio do Cintec Plásticos – Congresso de Inovação Tecnológica. Serão 12 palestras e seis minicursos para debater inovações, tecnologias e tendências para a manufatura avançada. O CEO da Tigre, Otto von Sothen, é o palestrante convidado para a abertura do Cintec nesta terça-feira, às 19h. O executivo detalha os “Desafios e oportunidades do mercado brasileiro mundial”.   Workshops gratuitos   A Interplast traz uma novidade para esta edição da feira com a realização de workshops gratuitos, promovidos pelos expositores, com foco nas tendências, tecnologias e inovações em produtos e serviços para o segmento. As palestras acontecem hoje e amanhã.   Rodada de negócios Uma prática crescente nas feiras organizadas pela Messe Brasil é a realização da Rodada de Negócios, na qual compradores e vendedores sentam à mesa para negociações com preços e financiamento facilitado, ampliando as oportunidades de consolidar negócios e parcerias durante o evento. Na Rodada da Interplast e EuroMold estão confirmados os seguintes compradores: Comil (PR), Fremax (SC), Mascarello (PR), Klabin (SC), Irizar (SP), Lev Plásticos (MG), Docol (SC), Intelbras (SC), Volvo (PR), Franke (SC), Busscar (SC), Krona (SC), Termotécnica (SC), Uniplast (SC), Víqua (SC) e Blukit (SC). São aguardados 40 fornecedores, que devem possibilitar mais de 500 agendas de reuniões de negócios.   Energia A conta de luz dos catarinenses vai ficar 13,86% mais cara a partir do dia 22 deste mês. O percentual de reajuste foi confirmado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Pesaram no aumento as altas com encargos setoriais e a pouca chuva que caiu nos últimos meses, o que encareceu a geração de energia.   Leia outras publicações de Loetz

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(Jefferson Botega)

Deltan Dallagnol palestra em Joinville em setembro

Por Loetz

14/08/2018 - 05h00

O Observatório Social do Brasil – Joinville trará à cidade o procurador da República Deltan Dallagnol para falar sobre ações de combate à corrupção. A palestra dele, que é uma das figuras-chave nas investigações de todas as etapas da Operação Lava-jato, está marcada para 12 de setembro, no auditório da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC) Elias Moreira.  O evento vai ser o marco para comemorar um ano de criação do órgão da sociedade civil que objetiva avaliar ações dos poderes públicos e auxiliar no aprimoramento da transparência da gestão pública em suas diferentes esferas. O Observatório Social Brasil Joinville, liderado por Alexsandro Schu, já conta com 25 colaboradores – todos voluntários. Predominam administradores, engenheiros e contadores em seu quadro. Leia as entrevistas dos candidatos ao governo de SC   Três frentes O trabalho do órgão está focado em três frentes: a primeira é a que trata do acompanhamento (presencial ou de forma eletrônica) de licitações públicas lançadas em Joinville em suas diferentes áreas, como saúde, educação e infraestrutura.  Outro trabalho desenvolvido é do acompanhamento da atuação dos vereadores no Legislativo municipal. Isso passa por coleta de informações oficiais sobre despesas e, também, sobre a efetiva produção de cada vereador em relação à proposição de projetos de lei, por exemplo. A terceira iniciativa da seccional Joinville do Observatório está ligada a uma questão essencial: a da educação fiscal. Neste caso, há parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e se estimula maciça participação de estudantes no Concurso de Redação e Desenho sobre o tema, com inscrições abertas ao longo deste mês.   Leia outras publicações de Loetz

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Queda esperada na tendência de melhora da economia do país

Por Loetz

13/08/2018 - 09h00

O Índice de Confiança Empresarial Sustentare (Ices), pesquisa realizada no segundo trimestre pela Sustentare Escola de Negócios, apontou uma interrupção na tendência de melhora nas expectativas sobre a economia brasileira. O índice ficou em 46,43, o que representa uma queda significativa em relação ao período anterior (janeiro-março), quando marcou 52,40. O estudo é baseado nos seguintes parâmetros de notação: Ices menor que 50 representa que a confiança dos empresários está pior; e maior que 50 significa que está melhor. O levantamento aponta todos os indicadores em campo negativo, com exceção do relacionado à economia internacional. – A economia doméstica teve uma espécie de parada cardíaca no segundo trimestre, apresentando uma deterioração de todos os indicadores – afirma o economista e professor Ricardo Della Santina Torres, organizador do trabalho. Mudança de humor  A mudança de humor deriva de percepção de aumento de inflação, do câmbio e juros, redução de estoques e de postos de trabalho. A tendência de melhora não foi sustentada, em um ano conturbado para o país e com o início das discussões sobre a eleição presidencial.  A pesquisa, realizada desde 2011, é utilizada para medir a percepção dos empresários da região Norte catarinense em relação aos fatores da economia interna e externa e também e relacionados ao desempenho de seus respectivos negócios, no ramo de indústria, comércio e serviços. No período de abril a junho, responderam à pesquisa 102 empresas de vários segmentos – a maioria delas de Joinville. A análise por subíndices sugere elemento positivo apenas quando o olhar se dirige ao cenário internacional e à necessidade de investimentos, ambos acima de 60 pontos. Evidente sinal de que as exportações têm auxiliado as empresas a enxergar positivamente o ambiente de negócios. Seis de cada dez empresários ainda acreditam que câmbio e inflação tendem a subir. Indicadores Ices do 2º trimestre de 2018 (em pontos) Expectativas econômicas: 46,39  Condições financeiras e lucratividade: 50,16  Investimentos: 46,78  Nível de emprego e contratações: 51,10  Custos: 37,50 Nível de vendas: 46,67  Ices indústrias: 44,99  Ices comércio: 49,55  Ices serviços: 49,38  Ices geral: 46,43  Indicadores Ices do 1º trimestre de 2018 (em pontos)  Expectativas econômicas: 57,18  Condições financeiras e lucratividade: 61,52  Investimentos: 51,35  Nível de emprego e contratações: 51,59  Custos: 41,91 Nível de vendas: 50,84 Ices indústrias: 52,24  Ices comércio: 52,46  Ices serviços: 56,85  Ices geral: 52,40   Leia outras publicações de Claudio Loetz

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Diorgenes Panidni/NSC Total

Mercado de distribuição de bombonas de água mineral está em guerra em SC

Por Loetz

13/08/2018 - 08h00

Há uma guerra no mercado de distribuição de bombonas de água mineral em Santa Catarina. Uma fabricante de água mineral atua para tentar monopolizar o mercado, recolhendo produtos concorrentes nos supermercados.A prática, que vem sendo adotada há meses, fez com que a Associação das Indústrias Catarinenses de Água Mineral criasse uma bombona com padrão diferenciado, que pode ser utilizado pelas 15 empresas associadas. Já chegaram aos mercados 200 mil dessas unidades.Leia outras publicações de Claudio Loetz

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Claudio Loetz é um dos mais renomados colunistas de economia do Sul do Brasil. Com textos analíticos e informativos, é a principal fonte de informação para os interessados em negócios em Joinville e região.

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