Prevenir é melhor que remediar

A ação preventiva de órgãos e profissionais do poder público minimizou, e muito, os danos que poderiam ser ainda maiores

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Rios baixam lentamente e SC ainda tem cidades com enchente

Imagem de Taió, no Alto Vale do Itajaí, que foi duramente atingida pelas chuvas de outubro (Foto: Juan Todescatt, NSC TV)

Santa Catarina foi novamente castigado com as chuvas que assolaram muitas cidades, em todas as regiões. Muitos municípios ficaram em situação de emergência e, lamentavelmente, pessoas perderam a vida. Para todos os estragos materiais dá-se um jeito, recupera-se ou reconstrói-se, mas a perda de vidas não.

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Cabe então destacar e valorizar o trabalho árduo e persistente dos órgãos e dos profissionais que agiram, antecipadamente, com base em estudos e análise de dados, levando o Estado, sob o comando do governador, a agir de forma preventiva. Isso minimizou, e muito, os danos que poderiam ser ainda maiores e, pior de tudo, mais vidas ceifadas pela não prevenção.

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É sempre importante o poder público (aqui incluídos municípios, estados e país) ter estruturas e órgãos de apoio para atendimento imediato aos que foram, de alguma forma, atingidos. Porém, é ainda mais relevante a atuação prévia, antes que os danos aconteçam, ou então, de forma a minimizar os impactos, quando não temos como evitá-los, como foi o caso das recentes cheias e alagamentos.

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Já aponta uma canção de Roberto Carlos que, quanto a natureza mostra toda a sua fúria “contra a força de Deus não existe defesa”, independentemente de por qual fenômeno essa força se materialize.

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