Blumenau renova termo de cooperação que prevê ações de  fiscalização contra a pirataria

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A prefeitura de Blumenau renovou na tarde desta segunda-feira termo de cooperação com o Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop). O acordo prevê ações de capacitação de servidores e uma maior fiscalização do comércio de mercadorias ilegais e contrabandeadas na cidade.

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No âmbito do município, a condução dos trabalhos fica a cargo do Conselho Municipal de Combate à Pirataria, órgão ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Empreendedorismo (Sedec).

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Não existe uma estimativa de quanto Blumenau deixa de arrecadar em tributos em função deste mercado paralelo. Mas números nacionais dão uma ideia do rombo causado pela prática nas contas públicas.

O Fórum Nacional Contra a Pirataria calcula que o país perdeu R$ 146 bilhões com pirataria em 2017. Este valor inclui prejuízos das empresas e do governo com a sonegação de impostos.

Para o presidente do Cecop, Jair Antônio Schmitt, não se trata apenas de um dinheiro que deixa de entrar no caixa da União, Estados e municípios – um agravante em tempos de cofres minguados.

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A pirataria, acrescenta, também deixa de gerar empregos e prejudica o próprio consumidor, que adquire um produto de qualidade duvidosa, às vezes fruto de matérias-primas roubadas ou desviadas.

A pirataria, avalia Schmitt, ainda é um crime socialmente aceito. Mudar a mentalidade do consumidor é o maior desafio.

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Aliás

A pirataria é algo tão prejudicial para algumas marcas que várias empresas já chegaram a montar estruturas internas especialmente para identificar produtos falsificados que circulam no mercado, caso da Dudalina.