Cai o nível de endividamento entre os blumenauenses

Compartilhe:

Em julho, 42,9% das famílias de Blumenau estavam endividadas, mostra pesquisa da Fecomércio-SC. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve uma redução de 3,8 pontos percentuais – o índice estava em 46,7%. Também caiu, de 15,6% para 13,4%, o volume daquelas que têm dívidas ou contas em atraso. Por outro lado, subiu de 9,7% para 10,4% a quantidade de famílias que admitem não ter condições de pagar seus débitos – essas são consideradas inadimplentes.

Continua após a publicidade

​​​​​Curta Pedro Machado no Facebook

Leia mais publicações de Pedro Machado​​​

Continua após a publicidade

O cartão de crédito (54,9%), um dos campeões em altas taxas de juros, segue como o maior causador de dívidas entre o consumidor local. Compras parceladas em carnês (41,8%) e financiamentos de carros (34,3%) e imóveis (29,9%) também comprometem parte significativa da renda. Conforme a pesquisa, 64,3% das famílias estão comprometidas com algum tipo de dívida por mais de um ano.

No geral, a Fecomércio-SC aponta melhora na qualidade de endividamento em Santa Catarina – as cidades de Florianópolis, Joinville, Itajaí e Chapecó também foram alvo da pesquisa. Na conclusão da entidade, as dívidas estão sendo estendidas com mais frequência para caber no orçamento e evitar aumentos maiores da inadimplência.

Cenário melhor

Apesar de a economia ainda patinar, a metalúrgica Altona, de Blumenau, vem melhorando seus resultados financeiros. No segundo trimestre, somou receitas líquidas de R$ 57,6 milhões, alta de 24,2% frente a igual período de 2017. No acumulado de 2018, já atinge vendas de R$ 115,5 milhões, incremento de 50,4% na comparação com o ano passado.

Com o aumento da demanda nos últimos meses, a empresa foi em busca de mais de mão de obra. Tinha 785 funcionários no final do primeiro semestre de 2017 e agora acumula 1.073. Os dados constam em balanço divulgado ao mercado.

Continua após a publicidade

Incabível

Dona da marca Dudalina, a Restoque enviou comunicado à Comissão de Valores Imobiliários (CVM) na última semana informando que a reivindicação de sua falência feita por um de seus credores, a BR Financial Fomento Mercantil, é “incabível e ilegal”.

No documento, a Restoque alegou que o pedido foi decorrente de um desconto indevido e não autorizado de duplicatas realizado por um fornecedor de embalagens e que a companhia não autorizou a cessão dos títulos. As informações são do Valor Econômico.