Empresas manifestam interesse em comprar operação de colchões da Mannes

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Uma grande rede varejista e um fabricante de colchões de outro Estado demonstraram interesse em comprar não apenas os imóveis do complexo fabril, mas também a operação da Mannes, de Guaramirim.

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Diante da sondagem, a própria empresa, que está em recuperação judicial, requereu a suspensão temporária do leilão de venda de bens, marcado inicialmente para o dia 18 deste mês, explica a leiloeira Tatiane Duarte. O pedido foi aceito pela Justiça.

Com aval judicial, a Mannes terá prazo de 45 dias, a partir da decisão – datada de 10 de maio –, para fazer alterações no plano de recuperação judicial e constituir uma Unidade Produtiva Isolada (UPI).

O documento inicial previa apenas a venda de imóveis, não da operação fabril, tanto que o edital de leilão estabelecia que o arrematante deveria locar o espaço para a própria companhia.

As mudanças serão submetidas à análise dos credores em assembleia. Devem ser aprovadas, até porque a situação mostra que o negócio, que continua ativo e com dezenas de clientes, é visto com bons olhos pelo mercado.