Índice melhora, mas Blumenau cai em ranking nacional de desenvolvimento

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Blumenau caiu 47 posições no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), levantamento feito todos os anos pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) que monitora a evolução socioeconômica das cerca de 5,5 mil cidades brasileiras. O relatório de 2018, baseado em estatísticas de 2016, coloca o município na 147ª colocação nacional. No estudo anterior, Blumenau aparecia no 100º lugar.

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O IFDM é calculado com base em indicadores oficiais ligados a emprego, renda, educação e saúde (veja detalhes abaixo). O índice varia de 0 a 1. Quanto mais alto, maior o desenvolvimento.

Apesar da queda no ranking geral, a pontuação de Blumenau subiu: passou de 0,8281, em 2015, para 0,8354, estágio que a credencia a integrar a seleta relação dos 7% de municípios brasileiros com alto grau de desenvolvimento – a média nacional é bem menor, de 0,6678. Por outro lado, o IFDM local já foi maior: era de 0,8687 em 2013, ano em que a cidade ocupava a 91ª posição no ranking nacional.

A crise econômica instalada a partir de 2014, que afetou a geração de emprego e diminuiu investimentos e repasses para educação e saúde, ajudar a explicar por que o número baixou. Como o fenômeno atingiu praticamente todas as prefeituras do país, uma das leituras a partir dos dados sugere que em Blumenau o impacto pode ter sido maior do que a média.

Com os números do novo estudo, Blumenau se manteve na 10º colocação estadual. A liderança é de Concórdia (0,8781). Do Vale, o melhor resultado foi de Rio do Sul (0,8636), terceiro colocado geral no ranking catarinense. Balneário Camboriú aparece no sexto lugar (0,8575). A liderança nacional é da paulista Louveira (0,9006).

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Os indicadores que formam o IFDM:

Emprego e Renda

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– Geração de emprego formal;
– Taxa de formalização do mercado de trabalho;
– Geração de renda
– Massa salarial real no mercado de trabalho formal;
– Índice de Gini (desigualdade de renda no trabalho formal).

Educação

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– Atendimento à educação infantil;
– Abandono no ensino fundamental;
– Distorção idade-série no ensino fundamental;
– Docentes com ensino superior no ensino fundamental;
– Média de horas-aula diárias no ensino fundamental;
– Resultado do Ideb no ensino fundamental.

Saúde

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– Proporção de atendimento adequado de pré-natal;
– Óbitos por causas mal definidas;
– Óbitos infantis por causas evitáveis;
– Internação sensível à atenção básica.

Níveis de desenvolvimento:

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0 a 0,4 – baixo estágio
0,4 a 0,6 – regular
0,6 a 0,8 – moderado
0,8 a 1 – alto estágio

Fonte: Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan)