Como funciona a máfia dos ambulantes nas praias de Florianópolis

Polícia Civil investiga o caso e a Guarda Municipal tenta reprimir a ilegalidade

Compartilhe:

Ambulantes em Florianópolis ((Foto: Tiago Ghizoni / Diário Catarinense)

Há uma investigação feita pela Polícia Civil (PC-SC) que apura fraudes na exploração de serviços de beira de praia, em Florianópolis, como aluguel de cadeira e guarda-sol, por exemplo. O trabalho da PC já está em andamento há três meses e apura a sublocação de serviços que foram definidos via editais lançados pela prefeitura.

Continua após a publicidade

Receba notícias de Santa Catarina pelo WhatsApp

Além disso, há pressão em alguns locais de praia para impedir o trabalho de ambulantes que ganharam legitimamente os editais.

Continua após a publicidade

— Estamos fiscalizando com rigor para quebrar essa máfia — disse o secretário municipal de Segurança e Ordem Pública, Araújo Gomes.

Veja as praias de Florianópolis nos anos 70 e 80:

No Conversas Cruzadas da CBN Floripa nesta quinta-feira (21), Rodrigo Titericz, Gerente do SUSP (Subsecretaria de Urbanismo e Serviços Públicos de Florianópolis) explicou como esse grupo atua.

— Há uma certa máfia que atua dentro das praias, onde eles têm seis ou sete pontos, por exemplo, sendo representados por laranjas. Apresentamos a denúncia  à PCSC, pois não podemos compactuar com isso — afirmou. 

Ouça a entrevista:

CBN Floripa · Conversas Cruzadas 21/12/23

Leia Mais:

VÍDEO: Ambulantes saem no soco em briga por espaço em praia de Florianópolis