Interdição de estradas em SC precisa de regras mais claras

No Paraná, PRF e Arteris não se entenderam

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PRF/Divulgação

Quem interdita ?

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É preciso alinhar melhor a quem cabe interditar as rodovias em caso de risco de deslizamento de terra. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná responsabilizou a Arteris e disse que caberia a ela a interdição da BR-376.

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O deslizamento de terra da última segunda-feira (28) arrastou pelo menos 15 carros e 6 caminhões e vitimou duas pessoas.

A concessionária diz que monitora a região, sendo parte de suas obrigações contratuais.

Já em Santa Catarina, em entrevista para a CBN Floripa na quinta-feira (30), o inspetor da PRF-SC, Alexandre Castilho, disse que o procedimento da PRF é monitorar e relatar aos órgãos competentes (DNIT).

— Mas o DNIT sai de cena quando trata-se de uma concessão. Neste caso, nós identificamos o risco e acionamos a concessionária e a ANTT — explicou.

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É preciso ajustar essa questão e criar uma sintonia entre as partes através de protocolos claros

Classificação

Nos falta classificação geológica de risco e monitoramento. Hoje existem sensores e equipamentos modernos, mas aqui é na base do “olhômetro”.

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Mesmo sem equipamentos sofisticados, uma classificação de risco, sabendo a capacidade de carga em milímetros de chuva de cada encosta, já ajudaria bastante.

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