Área liberada para construção civil é a menor em dez anos em Joinville

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Até agora, a metragem autorizada em 2018 para a construção civil em Joinville é a mais baixa dos últimos dez anos. Até julho, a média mensal foi de 54 mil metros quadrados em projetos aprovados pela Prefeitura de Joinville, no conjunto de autorizações para residências, comércios, serviço, instituições, indústrias e de uso misto. No ano passado, essa média até julho, também mensal, ficou em 59,3 mil m2. A queda nas liberações para construção está ocorrendo anualmente desde 2015, ano no qual Joinville sofreu mais com os impactos da crise – pela primeira vez desde o começo de série histórica aberta em 2002, a cidade registrou mais demissões do que admissões em um ano, fechando 2015 com 10,3 mil vagas fechadas, na soma de todos os setores. Em 2014, a Prefeitura de Joinville autorizou 1 milhão de metros quadrados. No ano passado, foram 723 mil.

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A média de 2018 é a mais baixa desde 2008. Para fazer a comparação, a coluna usou os dados entre janeiro e julho nos casos de 2018 e de 2017 e anual (12 meses) nos demais anos. As médias sofrem variações nos meses finais do ano, mas as alterações não são significativas. 

Além da crise econômica, há apreensão do setor imobiliário com a pendenga judicial. No início de março, MPF e MPSC conseguiram liminar na Justiça Federal determinando a volta do licenciamento ambiental (uma das etapas da liberação em parte das obras, nem todas precisam da liberação ambiental) para o município, revertendo a transferência feita em setembro, quando a Prefeitura repassou a tarefa para a então Fatma, hoje Instituto do Meio Ambiente. As licenças concedidas pelo órgão ambiental tiveram de voltar para nova análise pela Secretaria de Meio Ambiente de Joinville. Os MPs alegam que a Prefeitura ainda não remontou a equipe de licenciamento no tamanho original. O município recorre da decisão. 

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Prisões

Em 2017, a Delegacia de Homicídios de Joinville prendeu 91 pessoas durante os 12 meses, em um ano no qual a cidade registrou recorde de mortes, com 137 vítimas. Agora em 2018, já são 75 prisões (até agosto). O número de mortes está em 59, uma redução de quase 30% em comparação com o mesmo período do ano passado (entre janeiro e agosto). 

 

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Vacinação

Até agora, apenas 27% do público-alvo da campanha contra poliomielite e sarampo foram vacinados em Joinville.

 

Pelo PSD

Além de Kennedy Nunes, candidato à reeleição, o PSD de Joinville inscreveu o empresário Anelisio Machado e a professora Isabel Gonçalves como concorrentes a uma vaga na Assembleia Legislativa. 

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Saúde

A Prefeitura de Porto União está contratando hotel nas proximidades do Hospital Infantil de Joinville para hospedagem de pacientes em tratamento fora do domicílio – acompanhantes também podem ser hospedados. O pregão reserva R$ 35 mil para a despesa. O Infantil é referência no atendimento em várias especialidades.

 

A geografia

No programa de governo apresentado à Justiça Eleitoral, Gelson Merisio (PSD) promete o fim da “geografia das urnas”, expressão muito utilizada para justificar escolhas políticas para cargos comissionados, com base em resultados eleitorais. O candidato a governo quer a redução dos postos de livre nomeação de 1,4 mil para 200 e redução um terço das secretarias. Merisio também quer a extinção das ADRs. 

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Da reserva

Na segurança pública, Merisio quer ampliar o efetivo policial com a contratação de mais profissionais e convocação voluntária (aceita quem quer) de 5 mil policiais da reserva. Para se comprometer com tal medida, o candidato do PSD deve imaginar que há tal contingente de policiais disposto a voltar à ativa.O candidato do PSD também promete investir R$ 2 bilhões em tecnologias para a segurança.

 

Propostas

A revisão do pacto federativo, com mais recursos para as cidades, é a principal bandeira de Rodrigo Coelho (PSB) caso consiga a eleição para a Câmara dos Deputados. Vice-prefeito de Joinville entre 2013 e 2016 e hoje vereador em primeiro mandato, Coelho se diz favorável ao corte do que considera “privilégios” para políticos.

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Agenda

Na visita de ontem a Udo Döhler, Mauro Mariani, Paulo Bauer, Napoleão Bernardes ouviram bastante sobre funcionamento da saúde na rede municipal e ações na educação. Depois, os candidatos tomaram caminhos diferentes no primeiro dia da campanha eleitoral.

 

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