Os estelionatos não acompanharam a tendência de melhoria nas estatísticas de segurança pública em Joinville em 2018: enquanto assaltos (roubos) e furtos apresentaram queda acentuada em relação ao ano passado, os registros de estelionatos cresceram 21% na comparação com o mesmo período do ano passado (janeiro a julho). Como foram 653 boletins de ocorrência neste ano, Joinville registra uma média de três casos diários de estelionato.
MP faz alerta sobre as condições dos museus em Joinville
Depois de solicitar vistorias aos bombeiros militares para avaliação das condições de segurança dos museus Fritz Alt, de Imigração e Colonização, Sambaqui e de Arte, o Ministério Público de Santa Catarina enviou ofício ao prefeito Udo Döhler com alerta sobre “riscos decorrentes da frágil estrutura” dos espaços. A 14ª Promotoria de Justiça de Joinville solicita medidas para a conservação do patrimônio cultural. Os alertas foram enviados à Prefeitura de Joinville na última quinta. Em relação às vistorias dos imóveis pelos bombeiros, foi dado prazo de dez dias, a contar a partir do recebimento dos ofícios. O maior museu de Joinville, o de Imigração e Colonização, foi fechado à visitação pela Secretaria de Cultura ainda em fevereiro por causa da necessidade de reforma, ainda sem data para iniciar.
No caso da Cidadela Cultural Antarctica, a Prefeitura de Joinville não aceitou assinar acordo (termo de ajuste de conduta) para recuperar e preservar as construções, ainda que tenha manifestado interesse de reformar as edificações. O MP anda atrás de informações se as intervenções na parte frontal da Cidadela já foram submetidas à Comissão de Patrimônio Histórico de Joinville. Aos bombeiros militares, foi indagado se foram tomadas medidas de segurança pelo município, exigidas após vistoria. A Prefeitura pretendia derrubar o muro da frente da Cidadela para dar mais aspecto de parque ao complexo, mas a medida não foi adiante.
Nova regra
Em vigor desde o final de agosto, lei de São Francisco do Sul detalha mais exigências para a autorização de loteamentos na cidade, principalmente em pavimentação – seja por asfalto ou lajotas. Foi alterada legislação de 1981.
Cobrança
A exigência da comprovação de doação para a Prefeitura de Joinville de 15% do imóvel a ser desmembrado, para instalação de equipamentos urbanos e áreas de lazer, tem provocado ações judiciais na cidade. O município faz a cobrança para liberar a documentação. Até agora, duas liminares foram negadas a empresas. As ações continuam em tramitação, com chance de recursos.
Três idiomas
No Comasa, na região Leste de Joinville, a comunidade de haitianos é tão presente que um mercado informou em faixa em português, inglês e no idioma do país da América Central a mudança para outro local, na mesma rua, a Praia Grande.