Estado tem cinco meses para apresentar soluções completas para o Presídio de Joinville

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Em audiência realizada ontem entre Departamento de Administração Prisional, Ministério Público, Defensoria Pública, OAB de Joinville e Conselho Carcerário, foram apresentadas as ações realizadas pelo governo do Estado no Presídio Regional de Joinville e definido prazo de cinco meses para que sejam demonstradas soluções totais para os problemas de estrutura e segurança. O presídio foi interditado no ano passado, entre 26 de junho e 4 de julho, e reaberto depois da assinatura de um termo de ajustamento de conduta no qual o Estado se comprometia a corrigir problemas de segurança, insalubridade e superlotação na unidade. 

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Segundo o juiz João Marcos Buch, titular da 3ª Vara Criminal e corregedor do sistema prisional da comarca de Joinville, a Secretaria apresentou documentos e um relatório com os trabalhos realizados e assumiu o compromisso de, em 19 de fevereiro, transferir 160 detentos para um novo pavilhão. Dois pavilhões antigos serão demolidos e há prazo de cinco meses para o início da construção de estruturas novas. Com isso, acredita Buch, boa parte dos outros problemas começa a ser resolvida, já que questões como falta de condições sanitárias, de higiene e de segurança devem ser solucionadas com os novos pavilhões. 

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