O movimento de passageiros no Aeroporto de Joinville não teve variação significativa no ano passado: com 476,8 mil embarques e desembarques, o incremento foi de 1,8% em 2017. O aeroporto tem capacidade para atender a até 1,3 milhão de passageiros por ano, limite conquistado com a ampliação da área de embarque. Ou seja, ainda há muito espaço para a expansão sem necessidade de ampliação da estrutura física. No País, o movimento cresceu 3,5% entre os terminais administrados pela Infraero. O recorde de movimentação de Joinville ainda é de 2015, com 519 mil passageiros. Os embarques e desembarques na cidade do Norte de Santa Catarina são equivalentes a 30% da movimentação de Navegantes e 12% da de Florianópolis – os dois terminais são internacionais. A comparação leva em conta os dados do ano passado, cujos resultados finais foram divulgados ontem pela Infraero. Para 2018, o grande investimento será a reabertura da licitação para a exploração do terminal de cargas, lançada inicialmente no ano passado e logo suspensa. O espaço prevê instalação de empresas com foco na exportação. O terminal de cargas é o único setor mapeado para a concessão à iniciativa privada, a operação envolvendo passageiros e as demais atividades vão continuar sobre a direção da Infraero.
Conta complicada
Publicado na íntegra ontem, o orçamento da União para 2018 confirmou a previsão de R$ 122,5 milhões para a duplicação da BR-280, um montante ainda insuficiente, mas bem mais robusto que os R$ 32 milhões inicialmente previstos pelo governo federal. Nesse momento, o DNIT estuda uma forma de distribuir os recursos de forma que seja possível os dois lotes iniciados em andamento e possa ser feita a duplicação dos 11 km em Araquari. É uma conta difícil de fechar.