Prefeitos do Norte de SC pedem suspensão de audiência sobre região metropolitana

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Um grupo de prefeitos da região vai pedir ao governo do Estado e à Assembleia Legislativa o adiamento da audiência marcada para o dia 7 de maio para tratar do projeto de criação da região metropolitana de Joinville. A suspensão seria para as prefeituras se informarem melhor sobre a proposta, além de dar tempo para o Estado fazer alterações no projeto original, apresentado no final de fevereiro, assinado pelo então governador licenciado Raimundo Colombo. A região metropolitana sugerida junta Joinville e Araquari, com São Francisco do Sul, Balneário Barra do Sul, Itapoá, Campo Alegre e Garuva como área de expansão.

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O prefeito de Joinville está contra a votação pelos deputados neste momento. “Não sou contra as regiões metropolitanas, mas os prefeitos não foram consultados. Não entendo a pressa, além do fato de criar despesas no momento em que o governo do Estado quer enxugar despesas. Não faz diferença aprovar depois, o governo federal não está com cofres transbordando para repassar para as metropolitanas”, ironiza Udo Döhler (PMDB). Para ele, as prefeituras terão participação “lateral” no modelo proposto. O prefeito de São Francisco do Sul, Renato Gama Lobo (PSD), se queixou do aumento dos custos por causa da criação de cargos. “Temos é que reduzir a máquina”, alega.

Os prefeitos de Garuva, São João do Itaperiú, Barra Velha e Garuva estiveram presentes, com Barra do Sul mandando representante.

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Temor

Já há uma preocupação na Prefeitura de Joinville com possível proposta no modelo de rateio do ICMS. Hoje, 75% do tributo ficam com o governo do Estado e 25% retornam para os municípios. Dessa fatia, 75% são calculados conforme a produção econômica e o restante é dividido de forma igualitária. Pela proposta em estudo no Estado, 10% do retorno seriam calculados conforme população, extensão territorial, entre outros itens. Pelas simulações feitas até agora, Joinville perderia dinheiro.

 

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Nova igreja no Iririú

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A nova igreja da Paróquia São Sebastião do Iririú está ganhando forma no bairro da zona Leste de Joinville. A laje do espaço onde será instalada a nova torre já recebeu concreto.

 

Tapa-buracos não está com atraso no pagamento, diz Prefeitura

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A Prefeitura de Joinville alega estar cumprindo os prazos contratuais dos pagamentos dos serviços de tapa-buracos. Dessa forma, não estaria havendo atrasos junto às empresas. O número de equipes em operação também seria o tradicional – eventualmente, por necessidade de manutenção de veículos, por exemplo, uma equipe não estaria fazendo os reparos nas ruas. 

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Equipes

Pelo apurado pela coluna, os atrasos nos pagamentos estariam superiores ao de outros momentos. A consequência seria a redução na quantidade de trabalhos. Em Joinville, os serviços de tapa-buracos são contratados junto a empresas privadas. Quando o pavimento for rompido para obras de redes de água ou esgoto, a tarefa de conserto é da Águas de Joinville – que também trabalha com empresa contratada. 

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Por enquanto

A adoção de organizações sociais pela Prefeitura de Joinville nas áreas de saúde e educação continua descartada. Não está nos planos repetir o modelo proposto pela Prefeitura de Florianópolis. Mas a posição de Joinville poderá ser revista caso o município volte a perder receitas e o gasto com a folha fique elevado demais. O tema entrou na rodada de negociação salarial.

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Nova ponte

Foi assinado o contrato para a construção de ponte na Estrada Saí, sobre o rio Cubatão, em Joinville. A obra do município vai custar R$ 850 mil. Assim que iniciar, é para ficar pronta em seis meses.

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Mais um pouco

A entrega do elevado da avenida Santos Dumont com a rua Tuiuti ficou para a semana que vem. Ou para a outra semana, quando será feita a inauguração oficial. 

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Não tem dinheiro

Em participação em debate na Câmara sobre a rodoviária de Joinville, o secretário Romualdo França (Infraestrutura) descartou a possibilidade de construção de um terminal em outro local.

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