Proposta para ponte na Babitonga, em SC, avalia traçados alternativos para trânsito mais pesado

Andamento de estudo foi apresentado na Amunesc

Compartilhe:

Travessia entre a Vigorelli e São Francisco do Sul é feita por meio de ferryboat (foto: Mauro Schlieck, CVJ, Divulgação)

A apresentação sobre o andamento do estudo de viabilidade para a construção da ponte da Vigorelli trouxe opções de novos traçados nos acessos, como forma de atender o trânsito mais pesado. Também foram exibidas modalidades de construção da estrutura de 1,2 mil metros sobre a baía da Babitonga, entre a Vigorelli e a parte continental de São Francisco do Sul. A localização da ponte está sendo avaliada para a rota atualmente feita pelo ferryboat na travessia. Não há fonte de recursos definida para as obras, ainda que as tratativas tenham começado.

Continua após a publicidade

Confira imagens da Vigorelli

A atualização sobre o andamento do Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA) foi feita em reunião na Amunesc, na sexta-feira. O trabalho foi contratado pela associação no ano passado, em rateio do custo entre as prefeituras de Joinville, São Francisco do Sul, Itapoá e Garuva.

As opções de novos traçados incluem a abertura de novas vias, como forma de desviar o trânsito de veículos mais pesados das regiões mais urbanizadas. Em Joinville, as alternativas seriam contornos ao Norte, na região dos bairros Vale Verde e Marinas, e ao Sul, a partir da região do Aventureiro. As propostas preveem o deslocamento pela estrada João de Souza Mello e Alvim (via de acesso ao Vigorelli) somente no trecho final.

Continua após a publicidade

Do lado de São Francisco do Sul, também foi sugerida uma nova via, em alternativa na passagem pela Vila da Glória. A atual estrada faz a ligação da parte continental de São Francisco do Sul com o Sul de Itapoá, na região portuária da cidade. Em relação à construção da ponte, foram apresentadas opções, como variação no número de vigas entre os vãos. Estrutura estaiada, com cabos de sustentação, também foi sugerida.

O estudo será concluído em setembro. A partir dali, técnicos da Amunesc e das prefeituras vão definir, em conjunto com os prefeitos, qual a versão final da proposta para a ponte. Será o momento de decidir que o acesso será mudanças ou não, se será permitido o tráfego de caminhões, qual o modelo de construção da estrutura, entre outras questões. As soluções escolhidas vão passar pela adequação final pelo consórcio contratado para elaborar o EVTEA.