Sem assinaturas suficientes, oposição em Joinville não consegue abrir CPI

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Pedido de abertura de CPI teve cinco assinaturas (Foto: Arquivo AN)

A oposição ao governo Adriano Silva na Câmara de Joinville só conseguiu cinco assinaturas, número insuficiente para a pretendida abertura de CPI para apurar as gravações de encontro do secretário de Infraestrutura, Jorge Correia de Sá, com servidores. Na reunião, o secretário cita o interesse de empresas na compra de imóveis do Ipreville. O pedido de CPI era para apurar se a venda dos imóveis, ainda não realizada, atenderia ao interesse público. A Câmara pretende apurar os áudios por meio da comissão de Urbanismo.

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O requerimento da CPI foi assinado pelos vereadores Cassiano Ucker (Cidadania) e Sidney Sabel (DEM), autores do pedido, e, também por Cláudio Aragão (MDB), Lucas Souza (PDT) e Wanderlei Monteiro (PT). Para a criação da comissão de inquérito, são necessários pelo menos sete votos. “A gente fica tranquilo porque cumprimos nosso papel”, alegou o vereador Cassiano. Já Sabel fez referências à legislatura anterior, que também não permitiu a abertura de determinadas CPIs.

A Secretaria de Infraestrutura desocupou os imóveis, com alegação de custo do aluguel dos imóveis junto ao Ipreville e à reorganização das atividades da pasta. O instituto de previdência pretende vender os imóveis por meio de leilão, mas a prefeitura ainda não fez a solicitação, por meio de projeto de autorização, à Câmara.

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