Vereador sugere que ruas sem saída possam instalar cancelas e portarias

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O vereador Cláudio Aragão (MDB) levou para a Câmara de Joinville um tema com alguma carga de polêmica e que já gerou ações judiciais: a possibilidade de trechos de ruas sem saída serem fechadas aos veículos não autorizados, ficando livre apenas a passagem de pedestres. Aragão quer que a Prefeitura faça estudos sobre a permissão de instalação de cancelas e portarias. Para ele, seria uma medida de segurança para tentar reduzir os assaltos e furtos contra residências.

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Espinheiros

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Mauro Mariani encara o Espinheiros como a principal opção neste momento para investimentos em turismo. O deputado do MDB garante ter ser debruçado em alternativas e turísticas e vê a Via Gastronômica do bairro colado na Babitonga como a opção mais viável. “Até porque já tem projeto”, diz Mariani.

 

Está lá

A etapa inicial da Via Gastronômica, com investimento estimado em R$ 1,5 milhão, foi cadastrado no Ministério do Turismo em novembro do ano passado. Agora, com a pasta comandada por Vinícius Lummertz, aliado de Mariani, as possibilidades de a proposta sair do papel seriam maiores. 

 

Dá para fazer, sim

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A inauguração do elevado da avenida Santos Dumont com a rua Tuiuti fez Kennedy Nunes ir à forra. “Dá para fazer, sim”, provocou em redes sociais, alegando  ter sido ridicularizado na campanha de 2012 quando defendeu a construção. “Um dia ainda vamos ter gente que pense grande no comando desta cidade”. No vídeo, Kennedy parabenizou Raimundo Colombo pelo investimento, ainda que o deputado não tenha sido convidado para a inauguração.  

 

Não pode

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Em julgamento ontem, uma das turmas do Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou recurso do governo do Estado apresentado em dezembro do ano passado e manteve a decisão que impede os R$ 103 milhões em caixa no porto de São Francisco do Sul serem repassados para o Tesouro estadual. O dinheiro já está desde janeiro com a SC Par Porto de São Francisco do Sul, a empresa criada para administrar o terminal.

 

Era para duplicar

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No plano de governo da campanha da reeleição, em 2016, Udo Döhler colocou a Ottokar Doerffel como uma das vias a serem duplicadas em Joinville, a ser feita em parceria com o Estado. As pretendidas mudanças no trânsito no cruzamento com a continuação da Marquês de Olinda, com “desvio” pela rua Marajó, comprovam que a proposta vai permanecer engavetada. E mesmo na extensa lista de pedidos ao governo do Estado, a Prefeitura nunca colocou tal duplicação.

 

Sem projeto

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Em 2012, a proposta do então candidato Udo era de construção de um elevado nesse cruzamento da Ottokar Doerffel com a continuação da Marquês. No mandato, no entanto, tal possibilidade provavelmente nem chegou a ser examinada. O custo das desapropriações foi a barreira. Na administração anterior, houve análise da implantação de elevado, mas não chegou nem na fase de projeto. 

 

Estava previsto

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No Plano Viário de 1973, havia previsão de abertura da Marquês de Olinda e duplicação da avenida em toda a extensão, até a Anita Garibaldi (depois da Quinze, a Marquês ganha outras denominações). Como se sabe, a abertura foi feita até a Gothard Kaesemodel e a duplicação ficou restrita ao trecho de pouco mais de meio quilômetro, perto da Dona Francisca. Não há mais previsão de obras por causa da falta de dinheiro. Mas algum dia a Prefeitura vai ter de encarar. 

 

À esquerda

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O princípio de acabar com as conversões à esquerda, sempre motivo de conflito em cruzamentos com os quatro acessos de mão dupla, motivou as alterações no trânsito entre a Ottokar Doerffel e a continuação da Marquês de Olinda. O ponto negativo foi que a conta sobrou para a rua Marajó, uma via estreita para suportar um volume muito maior de tráfego. 

 

Santos Dumont

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Assim como Kennedy, Darci também gravou vídeo para as redes sociais abordando a entrega da Santos Dumont. Darci preferiu focar nos recursos liberados pelo Estado.

 

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