Fora dos limites imaginados, Balneário Camboriú supera o que parecia impossível. Além de estar na liderança do valor do metro quadrado brasileiro, ela mantém sua posição de líder há mais de três anos. Agora, está prestes a atingir novos patamares de evolução. Com obras estruturantes públicas e privadas, como a nova orla, a macrodrenagem da Praia Central, o complexo turístico do Morro do Careca e ações para melhorar a balneabilidade, Balneário Camboriú vive mais um salto.
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– Se alguém achava que a cidade do litoral norte catarinense, Balneário Camboriú, poderia passar por um período de estabilização nos índices de valorização imobiliária, certamente irá se surpreender com novos saltos positivos que estão por vir. Aplausos aos investidores que acreditaram no município e colhem agora excelentes frutos e uma dica para quem deseja aproveitar e garantir um ativo que rende acima da inflação e que é forma mais segura de investimento – alerta Renato Monteiro, CEO da Sort Investimentos e especialista com mais de 20 anos de atuação.
Com mais de R$ 380 milhões em investimentos públicos e privados em andamento e previstos para os próximos anos, Balneário Camboriú vive uma nova fase de valorização imobiliária. Obras estruturantes como a nova orla, o sistema de macrodrenagem da Praia Central, o futuro complexo turístico do Morro do Careca e ações voltadas à melhoria da balneabilidade devem impulsionar em até 40% o valor dos imóveis em regiões estratégicas da cidade. A estimativa ousada é de Renato Monteiro, porém, foi ele que já previu índices que pareciam ser exagerados para o Brasil, mas que se confirmaram.
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Com um ano de antecedência, por meio de estudos e análises constantes em conjunto com a sua equipe, Renato Monteiro previu que Balneário Camboriú alcançaria o posto de metro quadrado mais valorizado do Brasil, projeção que se confirmou e mantém a cidade no topo do ranking até hoje, por mais de três anos.
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– O que presenciamos é a consolidação de um modelo urbano diferenciado que une o privado e o público caminhando em um mesmo propósito. Ou seja, une infraestrutura inteligente, visão de longo prazo e alto padrão construtivo. São elementos que embelezam a paisagem, trazem como foco as reais necessidades dos moradores e turistas e, ao mesmo tempo, provocam impactos diretos sobre o patrimônio imobiliário. Com a entrega dessas obras, estou convicto de uma valorização de 30% a 40%, especialmente nos imóveis à beira-mar e em bairros que passarão a ter atrativos inéditos – afirma Monteiro.
Segundo ele, esse novo ciclo de crescimento dá continuidade a um movimento que já colocou Balneário Camboriú no topo do ranking do metro quadrado mais valorizado do Brasil. Monteiro ressalta ainda que outro dos grandes diferenciais de Balneário Camboriú em relação a outros destinos brasileiros está na segurança.
Entre as obras que devem gerar maior impacto na valorização imobiliária de Balneário Camboriú está a reurbanização da Praia Central, que prevê transformar 600 mil metros quadrados em um parque linear de uso público. O projeto completo está orçado em R$ 250 milhões e inclui intervenções urbanas, paisagísticas, de iluminação e infraestrutura. A segunda etapa da obra, com ordem de serviço assinada recentemente, em julho, receberá investimento de R$ 31 milhões e tem prazo de até 20 meses para conclusão.
Já o sistema de macrodrenagem, com orçamento total de R$ 53 milhões, está sendo implantado em duas frentes e deve eliminar alagamentos com a instalação de mais de 5 mil galerias subterrâneas de concreto ao longo de 4,2 quilômetros. A obra também é essencial para garantir a balneabilidade da praia e a continuidade dos projetos de reurbanização.
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Outro marco do novo ciclo de desenvolvimento é o projeto do Morro do Careca, que receberá um complexo turístico de R$ 50 milhões por meio de concessão à iniciativa privada. Entre os atrativos, estão uma passarela de vidro com vista panorâmica, um balanço radical apelidado de Giro Loco, trilhas modernizadas, novos espaços contemplativos e a preservação da tradicional rampa de voo livre. A concessão prevê retorno financeiro ao município por meio de outorga no valor de R$ 62 milhões ao longo do contrato.






