Bom dia! Está servido o Café com Ânderson de 12 de janeiro de 2026, segunda-feira. Leia abaixo:

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Empresários e políticos
O Encontro Empreendedores do Brasil, em Balneário Camboriú, no final de semana, teve um peso político importante. Para além dos empresários presentes, chamou a atenção a grande presença de nomes da política catarinense. O governador Jorginho Mello (PL) esteve no evento, assim como a deputada federal e pré-candidata ao Senado Carol de Toni (PL), a prefeita de BC, Juliana Pavan (PSD), entre outros.

Reaproximação
Antes do evento, Jorginho e Carol estiveram juntos em BC. Depois de uma fase em que a deputada federal chegou a disparar fortes críticas contra o governador por conta das conversas sobre a disputa ao Senado, agora ambos “baixaram a guarda”. Carol deve permanecer no PL e concorrer ao lado de Carlos Bolsonaro na chapa pura dos liberais ao Senado.

Redesenho
Com uma chapa pura do PL ao Senado, sobram menos espaços na composição de Jorginho para a reeleição. Além das suplências, que, apesar de terem peso nas conversas, são menos interessantes do que outros espaços de protagonismo, sobra somente a cadeira de vice para o governador compor. Interessado em ter MDB, PSD e a federação União Progressista no projeto, Jorginho terá de convencer os descontentes com o que sobrou para a conversa.

Olhar mais amplo
Há quem diga que as negociações devem passar para funções que não estão em jogo diretamente na eleição de 2026. Um dos espaços é a presidência da Alesc. Outros estão vinculados ao TCE, que, em 2030, terá três vagas abertas com a aposentadoria de conselheiros. As indicações serão feitas pela Assembleia Legislativa (Alesc) e devem ocorrer no próximo mandato, com os eleitos em 2026.

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Falando nisso…
Aposentam-se do TCE-SC, em 2030, pela compulsória dos 75 anos, os conselheiros Herneus De Nadal, atual presidente; Wilson Wan-Dall; e Luiz Roberto Herbst. Nadal completa 75 anos em março daquele ano. Wan-Dall, por sua vez, em julho. Já Herbst deixa o Tribunal em outubro.

Tudo para o STJ
Todos os processos ligados às operações Alcatraz, Hemorragia e Obstrução estão sendo remetidos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). As investigações apuram suspeitas de irregularidades em diferentes setores do governo de SC entre 2006 e 2018. Em um dos processos de apelação, após a condenação de parte dos investigados em primeiro grau, o juiz responsável pelo caso, na Justiça Federal de Florianópolis, na semana passada, determinou o envio do processo ao STJ.

Foro
A remessa das operações ao STJ ocorre pelo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que, mesmo que investigados tenham perdido ou deixado cargos com prerrogativa de foro, as investigações precisam continuar nos tribunais superiores. O mesmo ocorre nas operações Alcatraz, Hemorragia e Obstrução, que são apurações em que há investigado com prerrogativa de foro no STJ.

Empurrando
Uma lei de 2010, em Florianópolis, previu a regularização de construções irregulares e clandestinas na cidade, conforme uma série de regras e prazos. Diferentes prazos foram sendo estabelecidos desde então para que os proprietários pudessem se adequar. Na última sexta-feira (9), a prefeitura da Capital estendeu ainda mais o prazo, agora até 31 de dezembro de 2026.

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