Bom dia! Está servido o Café com Ânderson desta segunda-feira, de 20 de julho de 2026. Leia abaixo:

Continua depois da publicidade

O que falta
As convenções em Santa Catarina, que geralmente ocorrem sob muita expectativa pelas composições eleitorais, ganharam um peso diferente em 2026. Com as “cabeças” das majoritárias já definidas, restaram para as suplências do Senado os olhares para os próximos dias. Das três principais chapas para a corrida ao governo do Estado, somente uma delas está com o grupo 100% completo e anunciado. As outras duas ainda aguardam definições.

Campo Democrático
A chapa liderada por Gelson Merisio (PSB) é a única que está totalmente formada. O socialista disputará disputará o cargo de governador ao lado da companheira de chapa e pré-candidata a vice-governadora, Angela Albino (PDT). Para o Senado, Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (PSOL) são os nomes. Elaine Huber (PDT) e Fernanda Klitzke (PT) serão as suplentes de Décio. Já Luci Choinacki (PT) e Aparecida da Silva (PT) serão as suplentes de Afrânio Boppré.

Continua depois da publicidade

Falando nisso…
Na sexta-feira, surgiu uma informação de que haveria um movimento saindo do PT em busca de mais espaço na majoritária. A cadeira visada seria a primeira suplência do Senado ao lado de Décio Lima. Os bastidores indicavam que forças até mesmo de Brasília estariam indicando a necessidade de que o partido tivesse mais protagonismo no grupo.

Porém
A coluna apurou que o movimento não vingou e a chapa está confirmada. Segundo as fontes ouvidas, não haverá mudanças, apesar da tentativa de interessados.

Continua depois da publicidade

MDB e Progressistas
A chapa liderada por João Rodrigues (PSD) deve “cruzar o sangue” entre emedebistas e progressistas nas suplências do Senado. A tendência é que as primeiras suplências de Esperidião Amin e Antídio Lunelli sigam este caminho. O deputado estadual Volnei Weber (MDB) é o favorito a ficar com a cadeira ao lado de Amin. As segundas suplências devem ser cedidas para o União Brasil.

Jorginho
Como a coluna antecipou na sexta-feira (17), o governador Jorginho Mello (PL) viaja a Brasília nesta semana para as últimas definições antes da composição das nominatas de suplência do Senado de Carol de Toni e Carlos Bolsonaro. Por enquanto, o nome mais forte para estar na primeira suplência de Carol é o do empresário Ney Silva, pai de Adriano Silva, pré-candidato a vice de Jorginho.

Continua depois da publicidade

Nome local
A escolha de Carlos Bolsonaro por Nelson Santiago para comandar a assessoria de imprensa para a disputa ao Senado é um sinal de que ele tentará se aproximar do olhar local. Nelson é um nome conhecido na política catarinense, tendo atuado no governo Colombo e na campanha de Egídio Ferrari à prefeitura de Blumenau, em 2024.

Discurso
Carlos Bolsonaro, porém, já deu os sinais do que deve estabelecer como focos dos discursos na campanha: o fato de ser irmão de Flavio Bolsonaro, o que o deixaria na condição de um eventual presidente da República, caso os dois sejam eleitos, para o acesso às demandas catarinenses; e o posicionamento contra as ações do Supremo Tribunal Federal (STF).

Continua depois da publicidade