Com a escalada de violência no país por conta das Eleições 2022, cresce a preocupação entre pré-candidatos e partidos com a segurança. Em Santa Catarina, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) discutiu o assunto nos últimos dias, e a direção do órgão fez uma consulta interna nesta segunda-feira (11) sobre a previsão legal para a proteção aos pré-candidatos ao governo do Estado. A análise foi feita após o episódio ocorrido em Foz do Iguaçu em que um apoiador do ex-presidente Lula foi morto por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro e também por um pedido da coluna.

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A conclusão do documento elaborado pela equipe técnica do TRE-SC é que “não foram encotnrados legislação ou julgados que prevejam a possibilidade de o TRE-SC, diretamente ou por emio de outro órgão, providenciar a segurança física de candidatos às eleições vindouras”.

O presidente do Tribunal, o desembargador Leopoldo Brüggemann, ainda frisou que não há previsão orçamentária na Corte para este gasto específico. O TRE-SC também analisou a possibilidade de acionamento da Força Nacional de Segurança, mas não se encontrou processo julgado em que se identificou esta medida.

Diante desta contexto, a tendência é que os próprios candidatos decidam por investir nas próprias seguranças. Em nível federal, os candidatos à presidência recebem a proteção de policiais federais, como previsto na legislação eleitoral.

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