O comando do Progressistas teve uma reviravolta em Santa Catarina. Um dia após o partido divulgar um comunicado sobre o apoio da sigla ao projeto de reeleição ao governador Jorginho Mello (PL), a presidência nacional decidiu por uma mudança na presidência estadual. E o movimento político tem uma origem burocrática e um efeito importante no cenário catarinense.
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Nesta terça-feira (17), venceu o prazo da comissão provisória que administrava a sigla sob o comando de Leodegar Tiscoski. No entanto, a Executiva nacional, presidida por Ciro Nogueira, já havia manifestado descontentamento com o fato de Jorginho ter deixado Amin de fora da chapa do Senado na composição.
O próprio senador catarinense não concordou com a decisão de apoio ao governador nesta altura do campeonato. Ele havia pedido que a sigla aguardasse até as convenções para qualquer manifestação.
O ato emitido por Ciro Nogueira dá a Amin o comando do partido até a metade de setembro, período que abrange as convenções, onde as decisões serão efetivamente tomadas. Neste ano, o Progressistas está em federação com o União Brasil, e as decisões precisam ser tomadas em conjunto.
No podcast Café nas Eleições, recentemente, Amin disse que vai disputar a reeleição e quer ter uma candidatura de governo do Estado para estar vinculado, o que não ocorreria com Jorginho pela falta de espaço ao Senado.
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