A Central de Polícia de São José convive com a superlotação nas celas. Virou rotina. Ontem havia 11 presos no espaço que deveria ser temporário. Um dos detentos estava há mais de uma semana no local. Durante a manhã houve um princípio de confusão. Com a condição insalubre, os presos passaram a bater na grades como forma de protesto. Além das condições para os detentos, a situação expõe os próprios policiais ao risco. A delegacia não foi feita para abrigar pessoas por tanto tempo. Como faltam vagas no Complexo da Agronômica e em outras cidades da Grande Florianópolis, as unidades da Polícia Civil viram filias dos presídios.
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Aliás
O projeto do governo do Estado para construir um presídio em São José está parado. E quando avança é lentamente. Em Biguaçu a Secretaria de Justiça e Cidadania aguarda uma licença ambiental para iniciar a construção da nova unidade na cidade. É a obra de ampliação de vagas na região mais avançada.
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