Tem sido notícia de repercussão nacional a abertura de relação de governadores bolsonaristas com o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tarcísio Freitas (SP), Claudio Castro (RJ) e Romeu Zema (MG) tiveram em agentes recentes com o petista em anúncios de projetos e recursos para os respectivos Estados os quais governam. Entre as reações dos apoiadores destes governadores, predomina a sensação de que, apesar de Lula ser adversário direto de Bolsonaro, é necessário estar perto do governador federal para ter acesso a recursos importantes.

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Antes aliados, Jorginho e Júlia Zanatta estão com a relação estremecida

Jorginho Mello, em Santa Catarina, tem preferido outro estilo. Ele até mantém-se aberto ao governo federal como figura de ente público. No entanto, “foge” de Lula neste primeiro ano e dois meses de gestão.

Somente em uma oportunidade houve um sinal mais claro de aproximação, que foi durante o ataque cruel a uma creche de Blumenau. Naqueles dias, Lula reuniu todos os governadores em Brasília, e Jorginho esteve lá. Até entregou sugestão ao presidente da República e se deixou fotografar junto a ele (foto acima). Depois disso, porém, nada mais.

Em contrapartida, o governador de SC tem feitos acenos e até agendas constantes ligadas a Jair Bolsonaro. A mais recente manifestação foi a crítica à operação da Polícia Federal (PF) que teve como foco o núcleo central do bolsonarismo.

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Assim, Jorginho vai se vinculando totalmente ao ex-presidente, mas fechando uma porta importante na relação com o governo federal que outros governadores, por mais bolsonaristas que sejam, preferiram não vetar. São escolhas que apresentam reflexo instantâneos, mas também futuros.

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