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    Estratégia de Moisés no duodécimo se repete no ICMS sobre os agrotóxicos

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    Ânderson
    Por Ânderson Silva
    23/08/2019 - 02h30 - Atualizada em: 23/08/2019 - 08h05
    Governador Moisés se reuniu nesta quinta-feira (22) com representantes do agronegócio para discutir as alíquotas referentes aos agrotóxicos (Foto: Diorgenes Pandini / Diário Catarinense)

    Assim como fez na questão do duodécimo, o governador Carlos Moisés atacou o ICMS sobre os agrotóxicos da forma mais radical e, no primeiro momento, retirou toda a isenção. Diante da reação, manteve-se firme o quanto conseguiu e na quinta-feira (22) cedeu pelo menos até dezembro. Mesmo não conquistando o que queria, plantou a semente para colher os frutos no futuro, do mesmo jeito que no duodécimo.

    Quando tentou mexer no repasse para os poderes, o governador teve uma derrota na Assembleia Legislativa (Alesc). Mas o ato de ter enviado a alteração junto com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) trouxe o tema à tona. Moisés aproveitou a onda e pouco tempo depois pediu que os poderes devolvessem as sobras de 2018 e anos anteriores. Como resposta, recebeu ofícios recheados de justificativas que vieram precedidos de R$ 118 milhões.

    Mesmo aos trancos e barrancos, a estratégia foi dando certo. Na questão do ICMS sobre os agrotóxicos somente o tempo vai dizer já que a proposta tem prazo: dezembro de 2019. Entraremos em 2020 com o assunto em pauta novamente para presenciar se o governo manterá sua ideia de começar a implantar o ICMS sobre os produtos conforme o nível tóxico.

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