nsc

publicidade

Ânderson

Sistema prisional

O caminho para a ressocialização de detentos em Santa Catarina

Compartilhe

Por Ânderson Silva
24/08/2019 - 06h05

Dados recentes da secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa são animadores quanto o melhor caminho para a ressocialização de detentos em Santa Catarina. Com um sistema prisional superlotado, o trabalho e a educação tornam-se fundamentais a longo prazo, eficientes para que os números de ocupação e incidentes nas cadeias diminuam. Segundo os números da pasta, 8.806 presos estão exercendo atividades educacionais dentro das cadeias do Estado.

O número representa 38% do total de 23,2 mil detentos catarinenses. Mesmo parecendo baixo, o índice é superior aos 12,6% do registrado no país, segundo levantamento do portal G1, e se destaca entre os maiores na comparação com outros Estados.

A adesão ao estudo vem aumentando. Neste segundo semestre letivo, o número no ensino formal passou de 2.636 para 3.655 internos matriculados. No projeto Despertar pela Leitura são 5.151 detentos habilitados a participar. As ações são feitas em parceria com a secretaria de Educação, professores, agentes prisionais, funcionários das unidades prisionais e o Judiciário.

Como demonstração de avanço, em 8 e 9 de outubro, 8.233 presos vão fazer o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) para pessoas presas. Aliada à abertura de novas vagas nas cadeias para acabar com a superlotação, o investimento na educação é fundamental para uma ressocialização adequada e necessária.

Deixe seu comentário:

Ânderson Silva

Ânderson Silva

Ânderson Silva

Colunista da NSC Comunicação, publica diariamente informações relevantes sobre as decisões que impactam o catarinense, sem esquecer dos bastidores dos poderes. A rotina de Florianópolis em texto e imagens também está no radar da coluna.

anderson.silva@somosnsc.com.br

publicidade

publicidade

Mais colunistas

publicidade

publicidade