A operação Gaiola Digital, deflagrada pelo Gaeco de Santa Catarina nesta quinta-feira (9), é fruto de uma outra investigação, iniciada em 2020. Em agosto daquele ano, foi feita a primeira fase da operação Et Pater Filium, que prendeu três prefeitos e um vice, todos do Planalto Norte catarinense.

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A primeira prisão de prefeito foi a de Orildo Servegnini, que comandava Major Vieira. Na mesma operação, o filho dele também foi detido. Por conta disso é que a operação recebeu o nome, em latim, de “pai e filho”. Naquela investigação, com apurações sobre fraudes em contratos de obras e transporte, houve delações premiadas.

Estes acordos geraram uma sequência de operações. A mais conhecida foi a Mensageiro, que é o escândalo do lixo. A investigação teve 17 prefeitos presos desde dezembro de 2022.

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Depois, veio a operação DNA do Crime, oriunda da Mensageiro. Nela, sete pessoas ligadas a uma empresa de coleta de lixo, foram detidas, neste ano.

Por fim, o Gaeco deflagrou a operação Gaiola Digital. Os investigadores apuram as suspeitas de irregularidades em contratos de tecnologia para gestões de cidades. O foco é uma empresa de Blumenau, responsável pelos serviços em diversas cidades catarinenses.

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ORIGEM DA OPERAÇÃO “GAIOLA DIGITAL”

OPERAÇÃO ET PATER FILIUM

Deflagrada em nove fases com foco em contratos no Planalto Norte de SC. Três prefeitos e um vice foram presos desde 2020

OPERAÇÃO MENSAGEIRO

Foram seis fases desde dezembro de 2022, com 17 prefeitos presos

OPERAÇÃO DNA DO CRIME

Desdobramento da Mensageiro que prendeu sete pessoas ligadas à empresa de recolhimento de lixo. Deflagrada em 2026

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OPERAÇÃO GAIOLA DIGITAL

Foco em contratos de tecnologia de prefeituras e Câmaras em 13 cidades. Mandados de busca e apreensão, sendo um contra prefeito