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    Os três meses da operação Alcatraz

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    Por Ânderson Silva
    31/08/2019 - 05h30
    (Foto: Tiago Ghizoni / Diário Catarinense)

    No dia em que completou três meses, a operação Alcatraz ganhou mais tempo de investigação e teve um novo episódio nas diferentes tentativas das defesas dos envolvidos de soltar quem está preso desde 30 de maio, quando a Polícia Federal (PF) deflagrou a ação. A juíza Janaína Cassol Machado, da 1ª Vara da Justiça Federal, em Florianópolis, prorrogou na sexta-feira (30) até 14 de outubro o prazo para a conclusão do inquérito das investigações que apuram o repasse de dinheiro a agentes públicos e fraudes em licitações no governo estadual.

    A magistrada justificou a prorrogação citando a existência de diligências pendentes e as dificuldades “diante da quantidade e características do material a ser periciado”. É a segunda prorrogação concedida pela magistrada desde o começo da operação.

    Além disso, a sexta-feira ainda teve a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, que a liberdade para Nelson Castelo Branco Nappi Junior, ex-secretário adjunto de Administração do Estado e apontado pela PF como epicentro das investigações. Com isso, o ex-secretário continua preso no Complexo Penitenciário da Agronômica, em Florianópolis. Além dele, outras sete pessoas estão detidas.

    Nestes primeiros 90 dias a operação já mostrou sua força ao ter quatro relatórios concluídos e nenhum recurso concedido pelo Judiciário para a liberdade dos presos. O novo prazo concedido pela Justiça mostra que novos capítulos estão por vir.

    Leia também: MPF apresenta duas novas denúncias contra seis pessoas na operação Alcatraz

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