Há dias começaram os movimentos nos bastidores para a definição da presidência da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) em 2023. Na semana passada, por exemplo, um grupo de parlamentares se reuniu em Florianópolis para discutir nomes e os primeiros passos. Entre eles, segundo apurou a coluna, não havia deputados do PL, a maior bancada eleita para o próximo mandato.

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Este grupo formado por mais de 20 parlamentares entende que, caso Jorginho Mello (PL) seja eleito no próximo domingo, a presidência da Casa deve ficar com um nome de outro partido, que não o do atual senador. A leitura é a seguinte: nesta eleição, o PL fez a maior bancada em Brasilia, a maior bancada na Alesc, a vaga de senador em disputa e pode ter o governador do Estado.

Para os deputados, a Assembleia precisa ser o contrapeso. Com isto, cresce a possibilidade de que um nome do MDB seja o escolhido deste grupo suprapartidário. Mauro de Nadal, que já presidiu a Casa, é o favorito.

Posição do novo governador

Uma definição sobre o assunto deve ocorrer somente após o próximo domingo. Caso Jorginho seja o eleito, as negociações com ele passam justamente pelo entendimento de que o PL terá de ceder na Alesc. Dependerá do atual senador e eventual futuro governador escolher entre acatar o que já se tornou um movimento na Assembleia ou escolher outro nome. Antídio Lunelli, também do MDB, seria uma opção.

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