Seja pela factualidade do que se vê no Rio Grande do Sul ou no histórico catarinense de impactos climáticos, passa a ser um dever dos candidatos a discussão nas eleições de 2024 sobre medidas a serem adotadas nas cidades de Santa Catarina. Por mais “distantes” que cada município possa se considerar de ser atingido por efeitos de chuva, por exemplo, este é um termo que tornou-se obrigatório na pauta de agentes públicos, seja em qual for a esfera.

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Os municípios vão ter que mudar a lógica dos recursos. O que antes era tão somente para resposta e, levemente, para prevenção, precisará de uma inversão de lógica. Prefeituras e Câmaras de Vereadores necessitam tornar as cidades mais seguras para o enfrentamento aos efeitos climáticos. A discussão passa por alertas qualificados, obras, abrigos de qualidade, respostas ágeis e discussões de linhas de financiamento para que famílias possam melhorar as estruturas das casas.

Mesmo diante da especificidade de cada município catarinense, este é uma tema que pretende a todos. Nenhum candidato, seja a prefeito ou a vereador, poderá passar o período eleitoral sem citar o que pretende fazer ou sugerir para melhorar as cidades no enfrentamento às chuvas. É a nova realidade que se impõe e, para ela, os candidatos precisam estar preparados.

O que não se pode ver daqui para frente é político e aproveitando do tema apenas para capitalizar. Isto é o que deve ser desprezado. O que se procura é por políticos interessados em trabalhar para que as pessoas sofram da menor forma possível quando a chuva, o vento forte e a seca chegarem. É só isso que importa. O restante é show para rede social.

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