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    Projetos querem proibir foguetes como o que contribuiu para morte de criança no Litoral de SC

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    Por Ânderson Silva
    08/01/2018 - 11h00
    Garoto de sete anos morreu em praia de Governador Celso Ramos neste domingo
    Garoto de sete anos morreu em praia de Governador Celso Ramos neste domingo
    (Foto: )

    O Senado Federal abriu uma consulta em seu site sobre a proibição no país do uso de fogos de artifício com ruídos como rojões, morteiros, bombas, entre outros. Em poucos dias, a proposta recebeu 42 mil apoios e ultrapassou a meta dos 20 mil necessários para tornar a ideia uma sugestão legislativa que será debatida pelos senadores. Um foguete como esse que o idealizador do projeto, o paulista Rogério Nakai, pretende proibir, é apontado pela polícia como responsável pela morte de um garoto de sete anos neste domingo em Governador Celso Ramos.

    O especialista em segurança, Eugênio Moretzsohn, lembra ainda dos danos do fogos de artifício para o meio ambiente. Segundo ele, o produto libera partículas tóxicas compostas por metais pesados.

    — Muitas pessoas sofrem queimaduras graves ao manejarem fogos, em acidentes evitáveis e quase sempre relacionados ao consumido bebidas alcoólicas. Os fogos também afetam os animais silvestres e domésticos, cuja audição bem mais sensível que a nossa recebe de forma amplificada os efeitos da detonação.

    Na Assembleia Legislativa Catarinense uma proposta da deputada Ana Paula Lima (PT) também pretende acabar com o uso desses materiais com o projeto que proíbe a queima, soltura e manuseio de fogos de artifício, artefatos pirotécnicos, rojões e foguetes que causem poluição sonora, como estouros e estampidos.

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