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    Reféns do impasse: população de Florianópolis vive nova greve no serviço público

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    Ânderson
    Por Ânderson Silva
    12/06/2019 - 04h15 - Atualizada em: 12/06/2019 - 14h58
    (Foto: Gabriel Lain/Diário Catarinense)
    (Foto: Gabriel Lain/Diário Catarinense)

    Com a decisão dos servidores públicos municipais de Florianópolis pela paralisação das atividades a partir desta quarta-feira (12), a Capital volta a viver uma nova greve. No ano passado, os trabalhadores ficaram parados por um mês por conta do projeto das organizações sociais, que foi aprovado na Câmara de Vereadores. Desta vez o impasse é a negociação salarial.

    Em assembleia a categoria aprovou a greve por tempo indeterminado. Assim instala-se o clima de apreensão na população, que passa a ser refém do impasse entre trabalhadores e a prefeitura. Os serviços já devem ser afetados a partir desta quarta. Segundo o Sintrasem, sindicato da categoria, "em data-base desde início de maio, passados 42 dias de negociação com o governo, não tem sequer resposta para reajuste da inflação".

    A prefeitura se manifestou logo após a assembleia através de nota. Disse que entraria na Justiça para que a greve fosse declarada ilegal para desconto dos grevistas. Também afirmou que “a administração ainda não finalizou a discussão com a comissão do sindicato sobre o aumento de salários”.

    Falando nisso

    Para a prefeitura, “coincidentemente, o sindicato aprova uma greve dois dias antes da greve nacional contra a reforma da previdência”. O movimento está marcado para esta sexta-feira, 14 de junho. Já o sindicato criticou a postura do governo de marcar uma mesa de negociação justamente para a sexta-feira de manifestação.

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