Com um cenario de antecipação das conversarias eleitorais, a disputa da majoritária em Santa Catarina já está desenhado. Ao governo do Estado, caminha-se para que sejam cinco candidatos, sendo três projetos maiores e outros dois de siglas menores. Mesmo que os prazos eleitorais coloquem nas convenções de julho e agosto o fator fundamental para qualquer batida de martelo, o movimento feito pelo governador Jorginho Mello (PL), em janeiro, de anunciar Adriano Silva (NOVO) como vice, fez o cenário se acomodar antes da hora.

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Foi a partir dali que o jogo se mexeu para os demais nomes. João Rodrigues, até então “jogando parado”, passou a ser a alternativa do MDB e da federação União Progressista. Os emedebistas, se sentindo traídos por Jorginho, e a federação, sem outro caminho para a reeleição de

Esperidião Amin no Senado, acabaram se aproximando consideravelmente do agora ex-prefeito de Chapecó. A oficialização do grupo, há duas semanas, chegou para confirmar a segunda pré-candidatura da direita ao governo do Estado.

Pela esquerda, Gelson Merisio trabalha nos bastidores. Ainda sem aparições públicas, ele trabalha para aglutinar todos os partidos do campo. Os bastidores, porém, indicam que o PDT terá a vice, com Ângela Albino. O PT ficará com uma das vagas ao Senado, que terá Décio Lima na disputa. A outra será do PSOL, com Afrânio Boppré.

Por fim, a disputa ao governo terá ainda duas candidaturas de partidos me-nores. O PRD lancará o defensor público Ralf Zimmer, que em 2022 já disputou a eleição. Já a Missão tem como nome o empresário Marcelo Brigadeiro.

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