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Centenário

BEC chega a 100 anos, mas essa história não pode ser confundida com os dias atuais

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Por Augusto Ittner
19/07/2019 - 10h42 - Atualizada em: 19/07/2019 - 10h53
Jandyr Nascimento, BD

Completar 100 anos não é pra qualquer um.

O BEC chegou à marca nesta sexta-feira.

Uma história que vem lá dos tempos da primeira República, e se estendeu por fatos importantes na trajetória do Brasil.

De Getúlio Vargas a João Goulart. Do Regime Militar até Fernando Henrique Cardoso. O Brasil Football Club, o Recreativo Brasil, o Palmeiras e, lá em 1980, o saudoso Blumenau Esporte Clube. Todos eles contribuíram para escrever belíssimos capítulos de um livro aberto sobre o futebol blumenauense.

Mas essa linda história do BEC campeão da Série B do Catarinense em 1987, vice do Estadual em 1988, que jogou contra o Flamengo de Zico no Maracanã e que transformava o Aderbal Ramos da Silva em um pequeno caldeirão, não pode ser confundida com o presente.

O atual time, que leva o nome de “Blumenau Esporte Clube”, não é o mesmo que durante 24 anos representou a cidade e ganhou o status de “mais querido do Estado” – com direito a duas participações na Série B do Brasileiro, em 1989 e 1990. Embora tenha o nome cuja sigla remeta àquele tradicional clube, esse atual não é o Tricolor do Alameda.

Respeitar a história do BEC é, também, deixar isso claro.

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Opinião, análise e memória. Direto ao ponto, aborda o cenário esportivo do Vale do Itajaí. Com destaque para Metropolitano e BEC, traz de maneira exclusiva os bastidores do futebol em Blumenau e região.

augusto.ittner@somosnsc.com.br

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