Deputado estadual Mário Marcondes (PMDB) decidiu partir para a briga com o empresário Antônio Carlos Castro Ramos, o Toninho, proprietário das empresas ACCR construções e da TR Participações, esta dona do prédio vendido por R$ 83 milhões para a Assembleia Legislativa, assunto levantado com exclusividade pela coluna no ano passado. Como mostrou o Jornal do Almoço ontem, Marcondes ingressou com ação popular para tentar anular a venda do imóvel. Para o parlamentar, Toninho Ramos participou de um “ato lesivo ao patrimônio público e à moralidade administrativa”.
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E quem comprou e pagou, fez o quê, deputado? É preciso apurar também de quem foi e quanto foi a comissão do milionário negócio. Ou não?
Fala Dão!
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“Amigo Cacau, a propósito da nota “Pegou mal,” reitero que respeito posições contrárias àquelas que eu assumo, pois este é o papel do homem público. Votei contra a intervenção federal exclusiva para a segurança publica do Rio de Janeiro, especialmente porque ela preserva os corruptos no poder e transfere às Forças Armadas o encargo que é do poder político. Votaria à favor da intervenção por completo do Rio de Janeiro. Mas isto, certamente um presidente do PMDB não faria no Estado governado pelo seu partido. Grande abraço. Esperidião Amin.”
Softplan notificada
A prefeitura de Florianópolis notificará a Softplan, empresa responsável pelo sistema da Secretaria da Fazenda e que emitiu os carnês em duplicidade por um equívoco na programação, conforme Cacau alertou ontem. Será a empresa a responsável pelo ressarcimento dos valores gastos com as impressões desnecessárias.
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